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	<title>Tecnologia e TreinamentoAgricultura</title>
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		<title>Vantagens e limitações da colheita de café mecanizada</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 12:10:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Tibúrcio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Cafeicultura]]></category>
		<category><![CDATA[Café]]></category>
		<category><![CDATA[máquinas na colheita]]></category>
		<category><![CDATA[setor industrial]]></category>

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		<description><![CDATA[O café sempre proporcionou ao país benefícios do ponto de vista socioeconômico, pois, além de contribuir com um grande percentual no Produto Interno Bruto brasileiro, ele absorve boa parte da mão de obra, direta ou indiretamente, além de gerar inúmeras outras fontes de recursos. Associadas a esses fatos encontram-se também as inovações tecnológicas que vêm sendo realizadas para atender a uma demanda tecnológica, cada vez maior, por parte dos produtores. Essas inovações resultam no aumento de produção das fábricas, tanto de máquinas como de insumos, o que contribui também para um crescimento do setor industrial.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;">Com este processo, o custo da colheita do café poderá apresentar reduções de 30%</h2>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_7992" class="wp-caption alignleft" style="width: 260px"><a href="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Vantagens-e-limita%C3%A7%C3%B5es-da-colheita-de-caf%C3%A9-mecanizada.jpg" rel="shadowbox[sbpost-7991];player=img;" title="Vantagens-e-limitações-da-colheita-de-café-mecanizada"><img class="size-medium wp-image-7992" title="Vantagens-e-limitações-da-colheita-de-café-mecanizada" src="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Vantagens-e-limita%C3%A7%C3%B5es-da-colheita-de-caf%C3%A9-mecanizada-250x187.jpg" alt="Vantagens e limita%C3%A7%C3%B5es da colheita de caf%C3%A9 mecanizada 250x187 Vantagens e limitações da colheita de café mecanizada" width="250" height="187" /></a><p class="wp-caption-text">Redução do custo de colheita é uma das muitas vantagens da colheita mecanizada</p></div>
<p style="text-align: justify;">O <em>café</em> sempre proporcionou ao país benefícios do ponto de vista socioeconômico, pois, além de contribuir com um grande percentual no Produto Interno Bruto brasileiro, ele absorve boa parte da mão de obra, direta ou indiretamente, além de gerar inúmeras outras fontes de recursos. Associadas a esses fatos encontram-se também as inovações tecnológicas que vêm sendo realizadas para atender a uma demanda tecnológica, cada vez maior, por parte dos produtores. Essas inovações resultam no aumento de produção das fábricas, tanto de máquinas como de insumos, o que contribui também para um crescimento do <em>setor industrial</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem vantagens e limitações relacionadas à utilização de <em>máquinas na colheita</em> do café, confira:</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Vantagens</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Redução do custo de colheita:</strong> quando todas as etapas do processo são mecanizadas, o custo da colheita do café poderá apresentar reduções de 30% ou mais em relação à colheita manual. Isso acontece porque a utilização de máquinas resulta na multiplicação da capacidade de trabalho, ou seja, uma única máquina permite realizar o trabalho para o qual seriam gastos vários trabalhadores, caso a mesma etapa fosse realizada manualmente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Redução do tempo de colheita:</strong> com o aumento da capacidade de trabalho, a colheita passa a ser realizada em um tempo bem menor do que seria gasto com a colheita manual, tendo como resultado a permanência, por menos tempo, do produto na lavoura. Isso fará com que as plantas sejam liberadas mais cedo, havendo, portanto, mais tempo para se recuperarem para a próxima floração. Esse fato contribui para que haja uma florada mais uniforme e mais intensa, o que poderá resultar em maior produtividade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Menos mão de obra:</strong> elas permitem também solucionar uma questão que está se tornando um problema em muitas regiões produtoras de café. Estamos falando da escassez de mão de obra, pois, atualmente, está ficando cada vez mais difícil conseguir pessoal, em quantidade suficiente, no momento necessário e a custos compatíveis para realizar a colheita manual do café. Esse fato é também um dos responsáveis pelo aumento do custo de colheita, caso ela venha a ser realizada manualmente.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Limitações</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Condições topográficas:</strong> existem máquinas de grande porte que realizam quase todas as etapas em uma só passada em cada fileira de plantas. Entretanto, essas máquinas são recomendadas para serem utilizadas em terrenos com inclinação de até 15%. Apesar de elas possuírem um sistema hidráulico de ajuste para compensar os desníveis do terreno, utilizá-las em locais com inclinações superiores a 15% se torna bastante difícil e até perigoso. Dessa forma, é necessário empregar outros tipos de máquinas, de menor capacidade, prolongando o período da colheita ou ampliando-se o número de máquinas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Custo inicial elevado:</strong> geralmente as máquinas utilizadas na colheita de café requerem elevado investimento inicial. Basicamente, isso se deve ao fato de que são empregados altos níveis tecnológicos e sistemas relativamente complexos na fabricação delas. Entretanto, vale lembrar que quanto mais utilizada, menores serão os custos unitários da máquina.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Necessidade de realizar o repasse:</strong> é praticamente impossível encontrar, em uma mesma planta, todos os frutos com o mesmo grau de maturação e, portanto, capazes de serem colhidos com a mesma intensidade de vibração da máquina. Este fato faz com que algo em torno de 80% e 95% do produto, existente nas plantas, possa ser colhido e o restante seja retirado manualmente, por meio de uma operação denominada de repasse. Vale lembrar que mesmo que o repasse seja mínimo, ao ponto de não compensar financeiramente a sua realização, o mesmo deverá ser realizado, pois a permanência de frutos nos galhos e no chão constitui um dos agentes causadores de pragas no cafeeiro.</p>
<p style="text-align: justify;">No <a target="_blank" title="Mais informações sobre colheita mecanizada" href="http://www.cpt.com.br/cursos-cafeicultura-agricultura/colheita-mecanizada-de-cafe">Curso Colheita Mecanizada de Café</a>, elaborado pelo <a target="_blank" href="http://www.cpt.com.br/">CPT – Centro de Produções Técnicas</a>, você encontrará todas as vantagens e limitações associadas à utilização de máquinas na colheita de café. Confira!</p>
<p><script type="text/javascript">// <![CDATA[
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		</item>
		<item>
		<title>Como cultivar pimentão orgânico</title>
		<link>http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/agricultura/pimentao-clima-tropical-plantio-formacao-mudas-preparo-solo-adubacao/</link>
		<comments>http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/agricultura/pimentao-clima-tropical-plantio-formacao-mudas-preparo-solo-adubacao/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 12:22:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Tibúrcio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Adubação]]></category>
		<category><![CDATA[clima tropical]]></category>
		<category><![CDATA[formação das mudas]]></category>
		<category><![CDATA[pimentão]]></category>
		<category><![CDATA[plantio]]></category>
		<category><![CDATA[preparo do solo]]></category>

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		<description><![CDATA[As variedades de pimentão mais cultivadas pertencem a dois grupos: o grupo cascadura, com formato semi-cônico, ligeiramente alongado e coloração verde-escura; e o grupo quadrado, com frutos cilíndricos, com comprimento quase igual ao diâmetro.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"> Exigente em nutrientes, essa hortaliça deve receber adubações orgânicas de qualidade</h2>
<div id="attachment_7855" class="wp-caption alignleft" style="width: 197px"><a href="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Cultivo-org%C3%A2nico-do-piment%C3%A3o.jpg" rel="shadowbox[sbpost-7854];player=img;" title="Cultivo-orgânico-do-pimentão"><img class="size-medium wp-image-7855" title="Cultivo-orgânico-do-pimentão" src="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Cultivo-org%C3%A2nico-do-piment%C3%A3o-187x250.jpg" alt="Cultivo org%C3%A2nico do piment%C3%A3o 187x250 Como cultivar pimentão orgânico " width="187" height="250" /></a><p class="wp-caption-text"> Em regiões altas e frias, o cultivo se dá na primavera e no verão</p></div>
<p style="text-align: justify;">As variedades de <em>pimentão</em> mais cultivadas pertencem a dois grupos: o grupo cascadura, com formato semi-cônico, ligeiramente alongado e coloração verde-escura; e o grupo quadrado, com frutos cilíndricos, com comprimento quase igual ao diâmetro.</p>
<p style="text-align: justify;">Os <em>materiais genéticos</em> que têm apresentado melhor padrão de frutos em sistema orgânico, apesar de sua elevada exigência em nutrientes, são os híbridos, especialmente o ‘Magali’ e o ‘Magali R’.</p>
<p style="text-align: justify;">O pimentão é uma hortaliça típica de<em> clima tropical</em>, exigindo temperaturas noturnas e diurnas mais elevadas que o tomate. As temperaturas mais favoráveis para o desenvolvimento da cultura variam com a fase da planta.</p>
<p style="text-align: justify;">A época de <em>plantio</em> depende do clima da região. Em regiões baixas, com altitude menor que 400 metros, e de inverno ameno, pode ser semeado o ano todo. Mas, nessas regiões, a semeadura de fevereiro a abril propicia melhores condições para a cultura e a colheita se dá na época de melhores preços.</p>
<p style="text-align: justify;">Em locais muito quentes, é melhor cultivar o pimentão no outono-inverno. Em regiões altas e mais frias, acima de 800 metros de altitude, a época de plantio vai de agosto a fevereiro; assim, o cultivo se dá na primavera e no verão. Também nessas regiões, uma boa alternativa é o cultivo do pimentão em estufa. Assim, é possível ter o produto na entressafra, o que traz maiores lucros para o produtor.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Formação das mudas</span></p>
<p style="text-align: justify;">O semeio deve ser realizado em copos plásticos de 200 cc, com duas sementes/copo, desbastando-se após a germinação, mantendo-se apenas uma muda. Empregando-se substratos orgânicos mais ricos, ou substratos comerciais, estas mudas podem também ser formadas em bandejas.</p>
<p style="text-align: justify;">Também, é recomendável que as mudas sejam feitas dentro de uma estrutura fechada. Elas estarão prontas para serem transplantadas quando estiverem entre 10 e 15 centímetros de altura e entre 6 e 8 folhas definitivas. Por apresentar desenvolvimento mais lento que o tomate, as mudas são transplantadas entre 30 e 45 dias após a semeadura.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Preparo do solo e adubação</span></p>
<p style="text-align: justify;">O preparo mecânico do solo pode ser dispensado, caso o local não tenha excesso de ervas espontâneas ou se tiver recebido adubação verde. Assim, pode-se proceder a abertura e a adubação das covas diretamente.</p>
<p style="text-align: justify;">O pimentão é uma planta bastante exigente em nutrientes, devendo receber adubações orgânicas de boa qualidade. Deve-se utilizar composto orgânico, na base de 1,0 kg por cova no plantio (peso seco). Passados 30 dias, recomenda-se uma adubação em cobertura com 500g de composto por planta, diluído em água na proporção de 1:2 e aplicado de forma localizada, com regador sem crivo, ao redor das plantas.</p>
<p style="text-align: justify;">O nitrogênio e o potássio são fundamentais para um bom desenvolvimento das plantas e uma boa formação de frutos. Portanto, se possível, a adubação em cobertura com composto pode ser substituída por outros resíduos ricos nesses nutrientes (preferencialmente na forma líquida – biofertilizantes), como torta de mamona, esterco de galinha de gaiola e cinza de madeira.</p>
<p style="text-align: justify;">No <a target="_blank" title="Mais informações sobre cultivo orgânico do pimentão " href="http://www.cpt.com.br/cursos-agricultura-organica/cultivo-organico-de-tomate-pimentao-abobora-e-pepino">Curso Cultivo Orgânico de Tomate, Pimentão, Abóbora e Pepino</a>, elaborado pelo <a target="_blank" href="http://www.cpt.com.br/">CPT – Centro de Produções Técnicas</a>, você aprenderá sobre plantio e escapamento, manejo e cultura, controle de pragas e doenças do pimentão. Confira!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/5CEfEYggAaw" frameborder="0" width="420" height="315"></iframe></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Como a planta do milho se desenvolve</title>
		<link>http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/agricultura/planta-milho-desenvolvimento-luz-alongamento/</link>
		<comments>http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/agricultura/planta-milho-desenvolvimento-luz-alongamento/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 12:16:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Tibúrcio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[alongamento]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[luz]]></category>
		<category><![CDATA[planta de milho]]></category>

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		<description><![CDATA[Apesar de a planta de milho apresentar ciclo de vida que varia de plantas super precoces, em que a polinização pode ocorrer 30 dias após a emergência, até aqueles em que o ciclo completo demora até 300 dias, nas condições brasileiras, o tempo entre a semeadura e a colheita varia de 120 a 160 dias. Isso se deve às diferenças de ciclos entre os cultivares super precoces, precoces e normais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;">O ciclo do milho pode ser dividido em quatro etapas</h2>
<div id="attachment_7568" class="wp-caption alignleft" style="width: 260px"><a href="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Como-a-planta-do-milho-se-desenvolve1.jpg" rel="shadowbox[sbpost-7566];player=img;" title="Como-a-planta-do-milho-se-desenvolve"><img class="size-medium wp-image-7568" title="Como-a-planta-do-milho-se-desenvolve" src="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Como-a-planta-do-milho-se-desenvolve1-250x175.jpg" alt="Como a planta do milho se desenvolve1 250x175 Como a planta do milho se desenvolve" width="250" height="175" /></a><p class="wp-caption-text">A definição de seu estádio fenológico baseia-se na consistência dos grãos</p></div>
<p style="text-align: justify;">Apesar de a <em>planta do milho</em> apresentar ciclo de vida que varia de plantas super precoces, em que a polinização pode ocorrer 30 dias após a emergência, até aqueles em que o ciclo completo demora até 300 dias, nas condições brasileiras, o tempo entre a semeadura e a colheita varia de 120 a 160 dias. Isso se deve às diferenças de ciclos entre os cultivares super precoces, precoces e normais.</p>
<p style="text-align: justify;">O ciclo da planta de milho pode ser dividido em quatro etapas de <em>desenvolvimento</em>:</p>
<p style="text-align: justify;">· ED1= entre a germinação e a emergência. Ele dura de 5 a 12 dias, dependendo da umidade do solo e da temperatura do ambiente.</p>
<p style="text-align: justify;">· ED2= entre a emergência e o florescimento feminino. A duração desse período depende do comprimento do ciclo do cultivar. É a etapa vegetativa do milho.</p>
<p style="text-align: justify;">· ED3= entre o florescimento e o espigamento, que tem duração máxima de 10 dias.</p>
<p style="text-align: justify;">· ED4= compreende o período do espigamento à maturação fisiológica, ou seja, a granação, que tem duração de 40 a 60 dias. O término dessa fase coincide com a formação da camada preta na inserção do grão com o sabugo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Estádios fenológicos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para facilitar a compreensão do desenvolvimento do milho e relacioná-lo com alguns dos principais tratos culturais, o ciclo da cultura foi dividido em 11 estádios diferentes. Os estádios vegetativos são baseados no número de folhas completamente desenvolvidas da planta. A folha do milho é considerada completamente desenvolvida, quando se consegue distinguir o colar da bainha, ou seja, quando a bainha torna-se visível. Não se considera a folha cotiledonar. A partir do florescimento, a definição do estádio fenológico baseia-se na consistência dos grãos.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Estágio 1</span></p>
<p style="text-align: justify;">No início, o meristema apical, responsável pelo desenvolvimento de toda a parte aérea, ainda se encontra abaixo da superfície do solo. Quando a parte terminal do coleóptilo rompe o solo e fica exposta à<em> luz</em>, o <em>alongamento</em> do mesófilo cessa e são liberadas as folhas, completando a emergência.</p>
<p style="text-align: justify;">O sistema radicular primário está em desenvolvimento e já apresenta alguns pelos de absorção e ramificações diferenciadas. O sistema radicular primário se desenvolve paralelo à superfície do solo, explorando pequeno volume de solo.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Estágio 2</span></p>
<p style="text-align: justify;">Esse estádio, normalmente, coincide com o primeiro mês depois da emergência, e a planta de milho apresenta quatro folhas completamente desenvolvidas, ou seja, com a bainha visível. O ponto de crescimento está cerca de 2,5 cm abaixo da superfície do solo.</p>
<p style="text-align: justify;">As raízes primárias crescem muito pouco e estão sendo substituídas pelas raízes definitivas oriundas dos primeiros nós próximos e abaixo da superfície do solo. As raízes definitivas já apresentam pelos radiculares e exploram maior volume de solo. Nessa fase, o milho é muito sensível ao encharcamento do solo.</p>
<p style="text-align: justify;">No <a target="_blank" title="Mais informações sobre como a planta do milho se desenvolve" href="http://www.cpt.com.br/cursos-agricultura/producao-de-milho-em-pequenas-propriedades">Curso Produção de Milho em Pequenas Propriedades</a>, elaborado pelo <a target="_blank" href="http://www.cpt.com.br/">CPT – Centro de Produções Técnicas</a>, você encontrará todos os estágios de desenvolvimento do milho. Confira em no site CPT:<a target="_blank" href="http://www.cpt.com.br/"> www.cpt.com.br</a></p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/SV7e6fiB65A" frameborder="0" width="420" height="315"></iframe></p>
<p><script type="text/javascript">// <![CDATA[
	var cptAdvAfCod = 613;
	var cptCorLink = "333";
	var cptCorFundo = "f7f7f7";
	var cptAdvCod = 609;
	var cptAdvModel = 4; 
// ]]&gt;</script><br />
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		</item>
		<item>
		<title>Conheça as técnicas de plantio das plantas condimentares</title>
		<link>http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/agricultura/plantas-medicinais/plantio-plantas-condimentares-solo-calcario/</link>
		<comments>http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/agricultura/plantas-medicinais/plantio-plantas-condimentares-solo-calcario/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 Nov 2011 12:06:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Tibúrcio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Plantas Medicinais]]></category>
		<category><![CDATA[calcário]]></category>
		<category><![CDATA[Plantas Condimentares]]></category>
		<category><![CDATA[plantio]]></category>
		<category><![CDATA[solo]]></category>

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		<description><![CDATA[Devem ser empregadas técnicas de preparo que preservem o solo, evitando sua desestruturação e que fique exposto à erosão. Se o terreno estiver cheio de mato, é preciso fazer a capina, se a área for pequena. Em grandes áreas, é melhor utilizar o arado para a limpeza inicial.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;">Para determinar a necessidade de novas aplicações de calcário, é preciso realizar análises periódicas do solo</h2>
<div id="attachment_7486" class="wp-caption alignleft" style="width: 260px"><a href="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Conhe%C3%A7a-as-t%C3%A9cnicas-de-plantio-das-plantas-condimentares.jpg" rel="shadowbox[sbpost-7485];player=img;" title="Conheça-as-técnicas-de-plantio-das-plantas-condimentares"><img class="size-medium wp-image-7486" title="Conheça-as-técnicas-de-plantio-das-plantas-condimentares" src="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Conhe%C3%A7a-as-t%C3%A9cnicas-de-plantio-das-plantas-condimentares-250x187.jpg" alt="Conhe%C3%A7a as t%C3%A9cnicas de plantio das plantas condimentares 250x187 Conheça as técnicas de plantio das plantas condimentares" width="250" height="187" /></a><p class="wp-caption-text">O pH do solo tende a se estabilizar, tornando-se desnecessária a aplicação de calcário</p></div>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">Preparo do solo</span></p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro passo do <em>plantio</em> das <em>plantas condimentares</em> é o preparo do terreno.</p>
<p style="text-align: justify;">Devem ser empregadas técnicas de preparo que preservem o <em>solo</em>, evitando sua desestruturação e que fique exposto à erosão. Se o terreno estiver cheio de mato, é preciso fazer a capina, se a área for pequena. Em grandes áreas, é melhor utilizar o arado para a limpeza inicial.</p>
<p style="text-align: justify;">O solo é o principal componente do sistema orgânico de cultivo. Ele deve ser manejado com cuidado, pois é um sistema vivo, em que convivem plantas, animais e microrganismos.</p>
<p style="text-align: justify;">No preparo devem ser adotadas práticas tradicionais de conservação do solo como plantio em curvas de nível, cordões em contorno, faixas de retenção, dentre outras.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Aplicação de calcário</span></p>
<p style="text-align: justify;">Em cultivos comerciais, é importante retirar amostras do solo da área onde será feito o plantio e enviá-las para um laboratório de análises de solo, para que seja feita sua análise química. Caso os resultados da análise indiquem que o pH do solo está abaixo de 5,5, será necessário fazer a correção da acidez, por meio da aplicação de calcário. A quantidade de calcário deve ser determinada por um técnico habilitado, com a utilização de fórmulas matemáticas específicas.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando há necessidade de fazer a correção da acidez do solo, o calcário pode ser espalhado sobre o solo antes ou depois da aração, ou do revolvimento com enxadão.</p>
<p style="text-align: justify;">Pode ser aplicada metade da dosagem antes da aração, sendo o calcário incorporado com o arado. Esta operação deverá ser feita cerca de dois meses, antes do plantio, para que o calcário possa reagir. A outra metade da dose deve ser aplicada antes da gradagem, sendo incorporada com a grade, operação que é feita nos dias que antecedem o plantio.</p>
<p style="text-align: justify;">Normalmente, não é necessário fazer calagem numa mesma área a cada plantio, no caso de plantios anuais. Dependendo de vários fatores, como as condições do solo, do clima, do manejo, o efeito da calagem pode durar mais que um ano. Se forem aplicadas práticas de incorporação de material orgânico ao solo, como adubação orgânica, adubação verde, cobertura morta etc., o pH do solo tende a se estabilizar, tornando-se desnecessária a aplicação de calcário.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Celso Trindade, coordenador do <a target="_blank" title="Mais informações sobre plantas condimentares" href="http://www.cpt.com.br/cursos-plantasmedicinais/cultivo-e-uso-de-plantas-condimentares">Curso Cultivo e Uso de Plantas Condimentares</a>, produzido pelo <a target="_blank" href="http://www.cpt.com.br/">CPT – Centro de Produções Técnicas</a>, “para determinar a necessidade de novas aplicações de calcário, é preciso realizar análises periódicas do solo”.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/14x7AWq1eTQ" frameborder="0" width="420" height="315"></iframe></p>
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		<title>Planejamento e gestão financeira da empresa rural</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Nov 2011 11:57:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Tibúrcio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[empresa rural]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[solo]]></category>

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		<description><![CDATA[A empesa rural é aquela que explora a capacidade produtiva do solo por meio só cultivo da terra, da criação de animais, sendo que a terra é a sua unidade de produção, além dos outros recursos produtivos como máquinas, equipamento, benfeitorias, insumos, mão de obra etc. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;">É o organismo econômico e social que, reunindo terra, capital, trabalho e direção, se propõe a produzir bens ou serviços na expectativa de lucros</h2>
<div id="attachment_7447" class="wp-caption alignleft" style="width: 260px"><a href="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Planejamento-e-gest%C3%A3o-financeira-da-empresa-rural.jpg" rel="shadowbox[sbpost-7446];player=img;" title="Planejamento-e-gestão-financeira-da-empresa-rural"><img class="size-medium wp-image-7447" title="Planejamento-e-gestão-financeira-da-empresa-rural" src="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Planejamento-e-gest%C3%A3o-financeira-da-empresa-rural-250x162.jpg" alt="Planejamento e gest%C3%A3o financeira da empresa rural 250x162 Planejamento e gestão financeira da empresa rural" width="250" height="162" /></a><p class="wp-caption-text">A empresa rural é composta de vários tipos de recursos produtivos e tem como objetivo primordial produzir bens ou serviçospara obter lucro</p></div>
<p style="text-align: justify;">A <em>empesa rural</em> é caracterizada por explorar a capacidade produtiva do <em>solo</em> por meio só cultivo da terra, da criação de animais, além dos outros recursos produtivos como máquinas, equipamento, benfeitorias, insumos, mão de obra etc.</p>
<p style="text-align: justify;">A empresa rural exige do empresário decisões sobre aspectos internos e externos da empresa, que influenciam diretamente sua implantação e controle. Alguns desses aspectos são: uso de tecnologias, recursos financeiros e mercado. Dessa forma, é importância que o empresário ou o administrador da empresa tenha amplo conhecimento desses fatores, assessorado por técnicos que possam auxiliá-lo na tomada de decisões.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Fabiano Alvim Barbosa, coordenador do <a target="_blank" title="Mais informações sobre planejamento da empresa rural" href="http://www.cpt.com.br/cursos-administracaorural/curso-planejamento-e-gestao-financeira-da-empresa-rural">Curso Planejamento e Gestão Financeira da Empresa Rural</a>, elaborado pelo<a target="_blank" href="http://www.cpt.com.br/"> CPT – Centro de Produções Técnicas</a>, o setor agropecuário é marcado por algumas características próprias que o diferencia dos demais. São produtos que, normalmente, são vendidos na forma bruta, perecíveis, volumosos, e com oferta irregular. Levando consequentemente à instabilidade de preços decorrente do equilíbrio entre oferta e demanda em determinadas épocas.</p>
<p style="text-align: justify;">O setor <em>agropecuário</em> é caracterizado como uma atividade de longo prazo, com investimento elevados em que a necessidade de planejamento é fundamental. A produção não pode ser antecipada ou adiada de acordo com o mercado, pois depende de inúmeras variáveis quem nem sempre podem ser controladas – mercado, condições climáticas, imposições legais e ficais.</p>
<p style="text-align: justify;">O setor é altamente competitivo, com um grande número de produtores desorganizados, com heterogeneidade de gestão e tecnologias, e que vende produto pelo preço de mercado que, ao contrário dos comprovantes, é altamente organizado e em número reduzido. Como o lucro é determinado pela diferença entre preço de venda e custo de produção, normalmente, essas atividades apresentam margem estreita e com rentabilidades de média a baixa.</p>
<p style="text-align: justify;">Os riscos da atividade, normalmente, são maiores que outros setores da economia, pela dependência  do clima, das condições biológicas, irreversibilidade do ciclo de produção (principalmente na agricultura), desuniformidade de produção, alto custo de entrar e sair da atividade devido ao alto valor imobilizado em terras, benfeitoras, máquinas e animais, além disso, há flutuações de preço de <em>mercado</em>.</p>
<p style="text-align: justify;"><script type="text/javascript">// <![CDATA[
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		<title>O uso da madeira de eucalipto</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Sep 2011 18:27:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luci Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos Florestais]]></category>
		<category><![CDATA[Arborização]]></category>
		<category><![CDATA[Eucalipto]]></category>
		<category><![CDATA[Madeira]]></category>
		<category><![CDATA[madeira de eucalipto]]></category>
		<category><![CDATA[Móveis]]></category>
		<category><![CDATA[uso da madeira]]></category>

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		<description><![CDATA[Oportunidades e detalhes que você precisa conhecer sobre o uso e o plantio dessa árvore O eucalipto é uma planta originária da Austrália e chegou ao Brasil em 1868. Naquela época, ele era utilizada na arborização de ruas e no fornecimento de madeira para lenha. Nos dias de hoje, há várias outras formas de aproveitamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;">Oportunidades e detalhes que você precisa conhecer sobre o uso e o plantio dessa árvore</h2>
<div id="attachment_6482" class="wp-caption alignleft" style="width: 260px"><a href="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2011/09/tecnologia-treinamento-eucalipto-madeira.jpg" rel="shadowbox[sbpost-6481];player=img;" title="tecnologia-treinamento-eucalipto-madeira"><img class="size-medium wp-image-6482" title="tecnologia-treinamento-eucalipto-madeira" src="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2011/09/tecnologia-treinamento-eucalipto-madeira-250x161.jpg" alt="tecnologia treinamento eucalipto madeira 250x161 O uso da madeira de eucalipto" width="250" height="161" /></a><p class="wp-caption-text">Há várias alternativas de uso para a madeira do eucalipto.</p></div>
<p style="text-align: justify;">O <em>eucalipto</em> é uma <em>planta</em> originária da Austrália e chegou ao Brasil em 1868. Naquela época, ele era utilizada na <em>arborização</em> de ruas e no fornecimento de <em>madeira</em> para lenha. Nos dias de hoje, há várias outras formas de aproveitamento da madeira do eucalipto. Setores como o da <em>construção civil</em> e o <em>moveleiro</em> são alguns dos que absorvem matéria-prima dessa <em>árvore</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">A colheita, geralmente, acontece entre o sexto e o sétimo ano de cultivo. Mas, no que se refere à produção de madeira sólida de qualidade, há uma idade ideal para abate, que varia de acordo com a espécie de eucalipto escolhida. É o que defende José Tarcísio de Oliveira, professor do curso <a target="_blank" href="http://www.cpt.com.br/cursos-produtosflorestais-agricultura/uso-da-madeira-de-eucalipto-na-fazenda" target="_blank"><strong>Uso da Madeira de Eucalipto na Fazend</strong></a>a, elaborado pelo <a target="_blank" title="CPT" href="www.cpt.com.br" target="_blank"><strong>CPT – Centro de Produções Técnicas.</strong></a></p>
<p style="text-align: justify;">Diante disso, é importante ressaltar que “para as florestas plantadas conseguirem atender ao mercado consumidor, há necessidade da escolha adequada da espécie e das técnicas silviculturais a serem empregadas”, afirmam os especialistas no assunto e professores do curso CPT, <a target="_blank" title="Curso cultivo de eucalipto em pequenas propriedades" href="http://www.cpt.com.br/cursos-produtosflorestais-agricultura/cultivo-de-eucalipto-em-pequenas-propriedades" target="_blank"><strong>Cultivo de Eucaliptos em Pequenas Propriedades</strong></a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Na construção civil, a madeira é utilizada por exemplo como pontaletes, vigas, caibros, sarrafos, colunas ou como parte da composição de forros, lambris, esquadrias e assoalhos. Em construções rurais, ela usada em cercas, pequenos postes, porteiras etc. Outra opção é o setor moveleiro, nesse caso, o eucalipto é empregado, por exemplo, na parte interna de estofados e o pesquisador José Tarcísio de Oliveira acrescenta que a madeira possui potencial para a produção de móveis rústicos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;">Matéria desenvolvida por meio da sugestão de Ivete Bento.</p>
<p><script type="text/javascript">// < ![CDATA[
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		<title>Produção de Fumo no Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Sep 2011 19:54:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Tibúrcio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[cultivo de fumo]]></category>
		<category><![CDATA[fumo]]></category>
		<category><![CDATA[lucrativo]]></category>
		<category><![CDATA[produção de fumo]]></category>
		<category><![CDATA[tabaco]]></category>

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		<description><![CDATA[ O Brasil é o segundo maior país produtor e o maior exportador de fumo do mundo A produção de fumo é uma atividade agrícola relevante no Brasil. Pesquisas sobre o funcionamento da cadeia do tabaco mostrou que os preços do fumo variam menos que os da soja, do milho e do feijão. O produto é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"> O Brasil é o segundo maior país produtor e o maior exportador de fumo do mundo</h2>
<div id="attachment_6394" class="wp-caption alignleft" style="width: 260px"><a href="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2011/09/fumo.jpg" rel="shadowbox[sbpost-6393];player=img;" title="fumo"><img class="size-medium wp-image-6394 " title="fumo" src="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2011/09/fumo-250x187.jpg" alt="fumo 250x187 Produção de Fumo no Brasil" width="250" height="187" /></a><p class="wp-caption-text">O Brasil contrariando a tendência mundial,  lidera o crescimento da produção de tabaco</p></div>
<p style="text-align: justify;">A <em>produção</em> de fumo é uma atividade agrícola relevante no <em>Brasil</em>. Pesquisas sobre o funcionamento da cadeia do <em>tabaco</em> mostrou que os preços do fumo variam menos que os da soja, do milho e do feijão. O produto é o único da <em>agricultura</em> brasileira que tem a cotação diretamente atrelada ao custo.</p>
<p style="text-align: justify;">A produção anual de todos os tipos de folhas de fumo foi de aproximadamente 721 mil toneladas na safra dos anos 2009 e 2010. A maior parte da produção de fumo se dá no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, cerca de 95%. Nos estados da Bahia e Alagoas, na região Nordeste, estão os 5% restantes da produção . Estima-se que a produção de fumo seja a fonte de renda de cerca de 222 mil famílias nesses estados. O Brasil é o segundo maior país produtor e o maior exportador de fumo do mundo.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Aumento da área plantada de fumo no Brasil</span></p>
<p style="text-align: justify;">Dados indicam que a média da área plantada registrada entre 1990 e 2003 foi de 329 mil hectares. Em 2004, houve um aumento de 40% nessa produção, com 462 hectares. Desde então a área plantada de fumo vem se mantendo em patamares elevados, alcançando uma média anual de 465 mil hectares. Entre 1990 e 1999, a área plantada cresceu 24% e, entre 2000 e 2009, a expansão foi de 43%.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora o número de fumantes caia todos os anos no País, a produção de tabaco se mantém praticamente estável no decorrer do tempo; a situação no campo não vem mudando por causa das <em>exportações</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar desse quadro, a produção de tabaco permanece forte em Santa Catarina por ser extremamente <em>lucrativo</em>. A rentabilidade por hectare de uma colheita de fumo é muito maior que a dos principais produtos plantados em todo país. A renda bruta por hectare do fumo atinge mais de R$ 4 mil, enquanto o milho e o feijão rendem cerca de R$ 600.</p>
<p style="text-align: justify;">Para mais informações a respeito de assuntos dessa área, desenvolvidas pelo <a target="_blank" href="http://www.cpt.com.br/">CPT – Centro de Produções Técnicas</a>, acesse o link abaixo referente à agricultura.</p>
<p style="text-align: justify;"><a target="_blank" title="Mais informações sobre agricultura" href="http://www.cpt.com.br/cursos-agricultura">http://www.cpt.com.br/cursos-agricultura</a></p>
<p>Matéria desenvolvida por meio da sugestão da Caren Lisie.</p>
<p><a target="_blank" href="http://www.cpt.com.br/afiliados/banners/145/613" title="CPT - Centro de Produções Técnicas"><img title="CPT - Centro de Produções Técnicas" src="http://www.cpt.com.br/afiliados/showbanner/145/613" alt=" Produção de Fumo no Brasil" border="0" /></a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Adubo verde faz uso de plantas leguminosas</title>
		<link>http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/agricultura/agricultura-organica-agricultura/curso-cultivo-organico-hortalicas-adubacao-verde/</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Mar 2011 11:32:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marconi Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura Orgânica]]></category>
		<category><![CDATA[Adubação]]></category>
		<category><![CDATA[adubação natural]]></category>
		<category><![CDATA[Hortaliças]]></category>
		<category><![CDATA[Plantio natural e orgânico]]></category>

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		<description><![CDATA[Conheça as espécies mais usadas na adubação verde e saiba como proceder para transfomá-las em fertilizantes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;">A adubação verde resulta na adição de nitrogênio, ciclagem mais eficiente de nutrientes e melhoria física e biológica do solo</h2>
<h2 style="text-align: center;">
<p><div id="attachment_4432" class="wp-caption alignleft" style="width: 260px"><a href="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2011/03/cultivo-organico-hortalicas-adubacao-verde.jpg" rel="shadowbox[sbpost-4431];player=img;" title="Curso Cultivo Orgânico de Hortaliças - Adubação Verde"><img class="size-medium wp-image-4432" title="Curso Cultivo Orgânico de Hortaliças - Adubação Verde" src="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2011/03/cultivo-organico-hortalicas-adubacao-verde-250x166.jpg" alt="cultivo organico hortalicas adubacao verde 250x166 Adubo verde faz uso de plantas leguminosas" width="250" height="166" /></a><p class="wp-caption-text">O uso de plantas leguminosas como adubo verde é fundamental em sistemas orgânicos de produção</p></div></h2>
<p style="text-align: justify;">Por muito tempo, a <em>adubação verde</em> caracterizou-se pelo uso de leguminosas, visando-se à melhoria da produtividade das culturas pela adição do nitrogênio, ciclagem mais eficiente de nutrientes e melhoria física e biológica do solo.</p>
<p style="text-align: justify;">Na atualidade, pode-se conceituar a adubação verde como a utilização de plantas em rotação, sucessão ou consorciação. As culturas são incorporadas ao solo ou deixadas na superfície, visando-se à proteção superficial, bem como a manutenção e melhoria das características físicas, químicas e biológicas do solo, inclusive a profundidades significativas.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, o professor Jacimar Luiz de Souza, coordenador técnico do curso <a target="_blank" title="Curso Cultivo Orgânico de Hortaliças" href="http://www.cpt.com.br/cursos-agricultura-organica/cultivo-organico-de-hortalicas-sistema-de-producao" target="_blank"><em>Cultivo Orgânico de Hortaliças</em></a>, elaborado pelo <em>CPT – Centro de Produções Técnicas</em>, afirma que “eventualmente, partes das plantas utilizadas como <em>adubos verdes</em> podem ter outras destinações como, por exemplo, <em>produção de sementes</em>, fibras, alimentação animal e outras”.</p>
<p style="text-align: justify;">São utilizados como adubos verdes, além das leguminosas, plantas de outras famílias, em cultivo exclusivo ou consorciado, isso porque, normalmente, as leguminosas decompõem-se mais rapidamente que as gramíneas, apresentando por isso efeitos físicos menos prolongados no solo.</p>
<p style="text-align: justify;">O <em>uso de plantas leguminosas</em> como adubo verde é fundamental em <em>sistemas orgânicos de produção</em>, pois permite a melhoria das condições químicas, físicas e biológicas do solo, destacando-se a fixação biológica de nitrogênio, elemento indispensável para um bom crescimento das plantas.</p>
<p><object width="500" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/j0ZiF6NAzzY?version=3"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/j0ZiF6NAzzY?version=3" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Adubação orgânica nutre plantas e reaproveita resíduos</title>
		<link>http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/agricultura/agricultura-organica-agricultura/cultivo-organico-hortalicas-adubacao-organica/</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Mar 2011 11:26:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marconi Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura Orgânica]]></category>
		<category><![CDATA[Adubação]]></category>
		<category><![CDATA[adubação natural]]></category>
		<category><![CDATA[Horticultura]]></category>

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		<description><![CDATA[Conheça as vantagens de usar a adubação com matéria orgânica e aprenda a fazer o composto orgânico.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;">Estercos gerados na propriedade, ou originados de fontes conhecidas, podem ser usados sem sofrer o processo de compostagem</h2>
<div id="attachment_4436" class="wp-caption alignleft" style="width: 260px"><a href="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2011/03/cultivo-organico-hortalicas-adubacao-organica.jpg" rel="shadowbox[sbpost-4427];player=img;" title="Curso Cultivo Orgânico de Hortaliças - Adubação Orgânica"><img class="size-medium wp-image-4436" title="Curso Cultivo Orgânico de Hortaliças - Adubação Orgânica" src="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2011/03/cultivo-organico-hortalicas-adubacao-organica-250x162.jpg" alt="cultivo organico hortalicas adubacao organica 250x162 Adubação orgânica nutre plantas e reaproveita resíduos" width="250" height="162" /></a><p class="wp-caption-text">Estercos gerados na propriedade podem ser utilizados diretamente como adubo orgânico</p></div>
<p style="text-align: justify;">A <em>adubação orgânica</em> é feita com a utilização de vários tipos de resíduos. Existem diversos <em>adubos orgânicos</em>, de origem animal, vegetal e agroindustrial, recomendados para utilização no cultivo orgânico de hortaliças. O importante é se atentar para a origem e a qualidade dos mesmos.</p>
<p style="text-align: justify;">A legislação permite, em situações especiais, a utilização de alguns <em>adubos minerais</em> na <em>produção orgânica</em>, tais como sais de micronutrientes, sulfato de potássio e de magnésio, e ácido bórico. Contudo, há a necessidade de autorização prévia da instituição certificadora e só se recomenda a aplicação indireta, via composto ou biofertilizante, desses produtos.</p>
<p style="text-align: justify;">Em se tratando de adubos oriundos de fontes externas à propriedade ou de sistemas convencionais de criação, no caso dos <em>estercos de origem animal</em>, a atenção deve ser redobrada. Segundo o professor Jacimar Luiz de Souza, coordenador técnico do curso <a target="_blank" title="Curso Cultivo Orgânico de Hortaliças" href="http://www.cpt.com.br/cursos-agricultura-organica/cultivo-organico-de-hortalicas-sistema-de-producao" target="_blank"><em>Cultivo Orgânico de Hortaliças</em></a>, desenvolvido pelo <em>CPT – Centro de Produções Técnicas</em>, “muitos deles podem apresentar contaminação por resíduos químicos, antibióticos e outras substâncias de uso proibido pelas normas técnicas de produção”.</p>
<p style="text-align: justify;">Por esse motivo, atualmente, recomenda-se empregar <em>sistemas de compostagem</em> no processo produtivo. Esses, além de promover a higienização da <em>matéria orgânica</em>, permitem obter um produto parcialmente mineralizado, de maior eficácia na <em>nutrição das plantas</em> em <em>sistemas orgânicos de produção de hortaliças. </em>Porém, estercos gerados na propriedade ou originados de fontes conhecidas, que apresentem qualidade comprovada por análise, podem ser utilizados diretamente como adubo orgânico, sem sofrer o processo de compostagem.</p>
<p><object width="500" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/fVun6LIy40s?version=3"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/fVun6LIy40s?version=3" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Produção orgânica é sofisticada e eficiente</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Mar 2011 12:10:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marconi Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura Orgânica]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura e pecuária]]></category>
		<category><![CDATA[Horticultura]]></category>
		<category><![CDATA[Plantio natural e orgânico]]></category>

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		<description><![CDATA[Saiba quais são os fatores fundamentais para a expansão da agricultura orgânica no Brasil e no mundo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;">O objetivo principal é a exploração econômica por longo prazo, mantendo o ecossistema estável e autossustentável</h2>
<h2 style="text-align: center;">
<p><div id="attachment_4416" class="wp-caption alignleft" style="width: 260px"><a href="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2011/03/cultivo-organico-hortalicas-agricultura-organica.jpg" rel="shadowbox[sbpost-4415];player=img;" title="Curso Cultivo Orgânico de Hortaliças - Agricultura Orgânica"><img class="size-medium wp-image-4416" title="Curso Cultivo Orgânico de Hortaliças - Agricultura Orgânica" src="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2011/03/cultivo-organico-hortalicas-agricultura-organica-250x162.jpg" alt="cultivo organico hortalicas agricultura organica 250x162 Produção orgânica é sofisticada e eficiente" width="250" height="162" /></a><p class="wp-caption-text">Os métodos alternativos de agricultura orgânica são modernos, desenvolvidos e sofisticados</p></div></h2>
<p style="text-align: justify;">A <em>agricultura orgânica</em> é frequentemente entendida como a agricultura que não faz o uso de produtos químicos. Também há a falsa crença de que ela representa retrocesso às práticas antieconômicas de décadas passadas e à produção de subsistência de pequena escala, usando <em>métodos agronômicos</em> já superados. A realidade, porém, é outra.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora os agricultores orgânicos não usem <em>agrotóxicos sintéticos</em>, fertilizantes solúveis, hormônios, sulfas, aditivos e outros produtos químicos, o conceito é bem mais amplo do que isso.</p>
<p style="text-align: justify;">Os <em>métodos alternativos de agricultura</em> são modernos, desenvolvidos em sofisticados e complexos <em>sistemas de técnicas agronômicas</em>, cujo objetivo principal não é a exploração econômica imediatista e inconsequente, mas, sim, a exploração econômica por longo prazo, mantendo o ecossistema estável e autossustentável.</p>
<p style="text-align: justify;">Leis e princípios ecológicos e de <em>conservação de recursos naturais</em> constituem, assim, parte integrante desses métodos. De acordo com o professor Jacimar Luiz de Souza, coordenador técnico do curso <a target="_blank" title="Curso Cultivo Orgânico de Hortaliças" href="http://www.cpt.com.br/cursos-agricultura-organica/cultivo-organico-de-hortalicas-sistema-de-producao" target="_blank"><em>Cultivo Orgânico de Hortaliças</em></a>, desenvolvido pelo <em>CPT – Centro de Produções Técnicas</em>, “as questões sociais são prioritárias, procurando-se preservar métodos agrícolas tradicionais apropriados, ou aperfeiçoá-los”.</p>
<p style="text-align: justify;">O entendimento dos problemas diversos do modelo agroquímico de <em>produção agrícola</em> que praticamos hoje, aliado às vantagens marcantes do consumo de <em>alimentos orgânicos</em>, de elevado valor biológico e sem contaminantes químicos danosos à saúde, tem proporcionado uma rápida mudança na visão dos consumidores, que, cada vez mais, procuram alimentos mais saudáveis e nutritivos.</p>
<p><object width="500" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/NM9X-xUg6hA?version=3"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/NM9X-xUg6hA?version=3" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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