Como moldar vidros para decoração e laboratórios

Moldagem de vidro é uma atividade que possui amplo mercado e exige investimentos iniciais baixos, representando uma ótima alternativa de renda

Moldagem em Vidros - Para Peças Decorativas e Laboratório Moldar peças em vidro não é uma tarefa tão difícil, basta que a pessoa desenvolva habilidade suficiente para manusear os tubos que darão origem às diversas peças, e que pratique bastante, começando por peças mais simples. A partir daí, pode-se dizer que não haverá limites, pois não há número certo de tipos e formatos de peças que podem ser produzidas, utilizando, basicamente, as mesmas técnicas de manuseio.

A pessoa que trabalha com moldagem de vidro, tanto para fins decorativos como para laboratórios, é chamada de hialotecnista, que se refere à arte de fabricar e de trabalhar com o vidro de diferentes formas. De maneira geral, podemos dizer que o hialotecnista é um artesão, uma vez que utiliza processos manuais para moldar as peças. Entretanto, no caso específico da vidraria científica, o hialotecnista poderá ser chamado também de vidreiro científico, uma vez que é um profissional que lida com a fabricação de diversas peças para uso em laboratório.

Para trabalhar com moldagem em vidros, é necessário dispor de um local próprio, onde os equipamentos possam ser instalados e os materiais guardados com segurança. A moldagem decorativa, simplesmente, necessita de um cômodo de no mínimo 12 m2, podendo ser um dos cômodos da própria residência.

Mas, para o trabalho com a fabricação de peças para laboratórios, geralmente, torna-se necessário dispor de um espaço um pouco maior. Isso porque é necessário instalar pelo menos um torno e uma máquina de corte. Além disso, nesses casos, geralmente se utiliza uma bancada de trabalho com maiores dimensões, já que os tubos de vidro utilizados para moldagem de peças em laboratórios possuem comprimento maior que os de lâmpadas fluorescentes. Sendo assim, o espaço mínimo requerido será de 28 m2.

O curso “Moldagem em Vidro - Para Peças Decorativas e Laboratórios”, elaborado pelo CPT – Centro de Produções Técnicas, apresenta todas as informações necessárias para quem pretende ingressar neste ramo. A coordenação técnica deste trabalho ficou a cargo de Pedro Manoel do Nascimento, técnico em hialotecnia da UFV - Universidade Federal de Viçosa-MG.

No caso das oficinas para produção de peças de vidro, para uso em laboratório, é necessário também ter atenção especial com a rede de energia elétrica destinada a atender a oficina. A utilização de máquinas acionadas por motores elétricos, como o torno e a máquina de corte, por exemplo, requerem atenção com relação à bitola dos condutores elétricos, sistema de aterramento das máquinas, chaves de partida e dispositivos de proteção contra curto-circuito e sobrecargas. Portanto, para fazer a instalação elétrica em uma oficina com essas características, recomendamos que seja solicitada a presença de um eletricista devidamente qualificado.

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Marconi Vieira 01-05-2011 Como Fazer

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