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	<title>Tecnologia e TreinamentoEducação</title>
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		<title>Importância da matemática financeira para a sua empresa</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 12:50:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Tibúrcio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Empresa]]></category>
		<category><![CDATA[matemática financeira]]></category>
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		<description><![CDATA[A matemática financeira tem extrema importância para a tomada de decisões na empresa, e sua aplicação, quando bem desenvolvida, traz maior rentabilidade, possibilitando o processo de maximização nos resultados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;">A matemática financeira busca quantificar as transações que ocorrem no universo financeiro</h2>
<h2 style="text-align: center;"></h2>
<div id="attachment_8015" class="wp-caption alignleft" style="width: 260px"><a href="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2012/02/import%C3%A2ncia-da-matem%C3%A1tica-financeira-para-a-sua-empresa.jpg" rel="shadowbox[sbpost-8014];player=img;" title="importância-da-matemática-financeira-para-a-sua-empresa"><img class="size-medium wp-image-8015" title="importância-da-matemática-financeira-para-a-sua-empresa" src="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2012/02/import%C3%A2ncia-da-matem%C3%A1tica-financeira-para-a-sua-empresa-250x250.jpg" alt="import%C3%A2ncia da matem%C3%A1tica financeira para a sua empresa 250x250 Importância da matemática financeira para a sua empresa " width="250" height="250" /></a><p class="wp-caption-text">A matemática financeira busca quantificar as transações que ocorrem no universo financeiro, levando em conta a variável tempo</p></div>
<p style="text-align: justify;">A <em>matemática financeira</em> tem extrema importância para a tomada de decisões na <em>empresa</em>, e sua aplicação, quando bem desenvolvida, traz maior rentabilidade, possibilitando o processo de maximização nos resultados.</p>
<p style="text-align: justify;">Podemos conceituá-la, de maneira simplista, como o ramo da matemática que tem como objeto de estudo o comportamento do dinheiro ao longo do tempo. Avalia-se a forma como esse dinheiro é ou será empregado, de maneira a maximizar o resultado, este que se espera ser positivo. Com as ferramentas adequadas, pode-se também comparar duas ou mais alternativas, buscando aquela que trará mais benefícios ou menos prejuízos.</p>
<p style="text-align: justify;">A matemática financeira busca quantificar as transações que ocorrem no<em> universo financeiro</em>, levando em conta a variável tempo, ou seja, o valor monetário no tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Na atual economia, que se diz globalizada, não se concebe qualquer projeto, seja de que área for, em que o aspecto financeiro não seja um dos mais relevantes para a sua execução.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Tancredo Almada Cruz, coordenador do <a target="_blank" title="Mais informações sobre matemática financeira" href="http://www.cpt.com.br/cursos-gestaoempresarial/curso-de-matematica-financeira">Curso de Matemática Financeira</a>, elaborado pelo <a target="_blank" href="http://www.cpt.com.br/">CPT – Centro de Produções Técnicas</a>, a matemática financeira também pode ser aplicada em diversas situações cotidianas, como calcular as prestações de um financiamento de um móvel ou imóvel optando pelo pagamento à vista ou parcelado.</p>
<p style="text-align: justify;">Se na vida pessoal já temos que tomar decisões que nos afetarão por um bom tempo, imagine na vida de uma empresa cujo faturamento, na maioria das vezes, é bastante superior à renda de uma família. Note que as decisões são, basicamente, as mesmas. O que muda são os efeitos e o grau de precisão com que os cálculos devem ser feitos.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, o estudo da matemática financeira se reveste de grande importância para qualquer pessoa que almeje entender o mundo atual, tal qual ele se apresenta: fluxos de capital em corrente pelo mundo, tornando economias, hoje estáveis, em instáveis, de uma hora para outra; decisões de cunho social, sendo tomadas, considerando como mais relevantes aspectos financeiros. Enfim, o dinheiro ditando as regras em quase todos, senão todos, os aspectos de nossas vidas.</p>
<p><script type="text/javascript">// <![CDATA[
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		<title>Educação para o trânsito</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 12:25:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Tibúrcio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[escolas]]></category>
		<category><![CDATA[trânsito]]></category>

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		<description><![CDATA[A educação para o trânsito está sendo sugerida pelos Parâmetros Curriculares Nacionais como tema local, a ser trabalhado e incorporado nos currículos escolares, pois está vinculado a questões sociais, à construção da cidadania, envolvendo diferentes aspectos da convivência coletiva. Portanto, ele promove a interação de situações da vida real com os saberes escolares.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;">O tema trânsito ainda é pouco explorado no cotidiano pedagógico de várias escolas</h2>
<div id="attachment_7985" class="wp-caption alignleft" style="width: 260px"><a href="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Educa%C3%A7%C3%A3o-para-o-tr%C3%A2nsito.jpg" rel="shadowbox[sbpost-7984];player=img;" title="Educação-para-o-trânsito"><img class="size-medium wp-image-7985" title="Educação-para-o-trânsito" src="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Educa%C3%A7%C3%A3o-para-o-tr%C3%A2nsito-250x203.jpg" alt="Educa%C3%A7%C3%A3o para o tr%C3%A2nsito 250x203 Educação para o trânsito " width="250" height="203" /></a><p class="wp-caption-text">A educação para o trânsito cria possibilidades da construção de valores, onde interagem professor-aluno-comunidade</p></div>
<p style="text-align: justify;">A <em>educação </em>para o<em> trânsito</em> é sugerida pelos Parâmetros Curriculares Nacionais como tema local, a ser trabalhado e incorporado nos currículos escolares, pois está vinculado a questões sociais, à construção da <em>cidadania</em>, envolvendo diferentes aspectos da convivência coletiva. Portanto, ele promove a interação de situações da vida real com os saberes escolares.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de todos os avanços, a grande dificuldade encontrada, por parte dos municípios, foi instituir programas que realmente desenvolvessem ações permanentes e sistemáticas.</p>
<p style="text-align: justify;">As ações escolares voltadas para a educação no trânsito são intensificadas predominantemente na Semana Nacional de Trânsito, no mês de setembro, ou em decorrência de algum fato novo, como algum acidente ocorrido nas imediações da escola ou com grande impacto no estado, no país. Em geral, o tema trânsito ainda é pouco explorado no cotidiano pedagógico de várias <em>escolas</em>, no restante do ano letivo.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir dos Parâmetros Curriculares, as questões éticas e sociais começaram a ser discutidas nas salas de aula, permeando os diferentes componentes curriculares. Iniciou-se o processo de implantação de projetos de educação de trânsito junto às escolas, com o objetivo de inserir o tema trânsito, de forma transversal, no ensino fundamental. Outras iniciativas, da mesma natureza, surgiram, em alguns estados, através dos Detrans (Departamento Nacional de Trânsito).</p>
<p style="text-align: justify;">A educação para o trânsito depende de ações continuadas e sistemáticas dos órgãos responsáveis, Gestores do Trânsito e da Educação, do país, pois o trânsito envolve o homem, sua relação com o meio em que vive e seus direitos.</p>
<p style="text-align: justify;">Sendo a escola uma instituição educativa que visa a aprendizagem através de valores positivos para a formação integral do indivíduo, não se deve omitir a responsabilidade de educar seus alunos para a utilização do ambiente trânsito.</p>
<p style="text-align: justify;">A educação para o trânsito, nessa proposição, cria possibilidades da construção de valores, numa perspectiva dialógica progressista, numa prática educativa – crítica, onde interagem professor-aluno-comunidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Professora Cidinha Pires e professor Juliel Modesto de Araujo, coordenadores do <a target="_blank" title="Mais informações sobre educação no trânsito" href="http://www.cpt.com.br/cursos-metodologia-de-ensino/curso-transito-na-educacao-infantil-e-fundamental-i">Curso Trânsito na Educação Infantil e Fundamental I</a>, elaborado pelo <a target="_blank" href="http://www.cpt.com.br/">CPT – Centro de Produções Técnicas</a>, ressaltam que toda educação, incluindo a que se efetua no seio familiar e a que é proporcionada pelo meio social, tem como missão a socialização da criança e do adolescente. A educação para o trânsito é, em seu conjunto, uma tarefa de todos, posto que a criança está imersa numa família desde que nasce. O trânsito está presente a todo momento, na vida de todos, em todos os espaços, seja como pedestre, no próprio lar, na rua, no bairro, como condutor ou passageiro de veículos.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/aLQNZQrtjv0" frameborder="0" width="420" height="315"></iframe></p>
<p><script type="text/javascript">// <![CDATA[
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		<title>Atividades de linguagem oral são essenciais para o desenvolvimento da criança</title>
		<link>http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/educacao/atividades-oral-linguagem-formacao-crianca-professor/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 12:54:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Tibúrcio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[atividades oral]]></category>
		<category><![CDATA[formação da criança]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
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		<description><![CDATA[Algumas atividades desenvolvem muito determinadas áreas do conhecimento, mas, geralmente, a mesma atividade desencadeia o desenvolvimento de várias áreas do saber do ser humano. Por isso, é desnecessário rotulá-las como pertencentes à leitura, à fala, à escrita ou à audição. Histórias, poesias, dramatizações e as várias ocasiões que incentivam discussões, trocas de ideias e o uso grupal de equipamentos são momentos privilegiados de comunicação oral, o que desencadeia a organização do pensamento, a sequência cronológica dos fatos, a vivência grupal e o desenvolvimento da descoberta das preferências individuais – parte fundamental do desenvolvimento da personalidade. Mesmo nas atividades especificamente direcionadas à determinada área do conhecimento, seja Geografia, Matemática, ou qualquer outra, a linguagem se desenvolve e é imprescindível na formação da criança.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;">Quanto maior o contato da criança com situações comunicativas e expressivas, melhor o desenvolvimento das suas capacidades linguísticas</h2>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_7896" class="wp-caption alignleft" style="width: 260px"><a href="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Import%C3%A2ncia-de-atividades-de-linguagem-oral-para-as-crian%C3%A7as.jpg" rel="shadowbox[sbpost-7895];player=img;" title="Importância-de-atividades-de-linguagem-oral-para-as-crianças"><img class="size-medium wp-image-7896" title="Importância-de-atividades-de-linguagem-oral-para-as-crianças" src="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Import%C3%A2ncia-de-atividades-de-linguagem-oral-para-as-crian%C3%A7as-250x250.jpg" alt="Import%C3%A2ncia de atividades de linguagem oral para as crian%C3%A7as 250x250 Atividades de linguagem oral são essenciais para o desenvolvimento da criança" width="250" height="250" /></a><p class="wp-caption-text">A utilização da linguagem oral deverá promover capacidades nas crianças</p></div>
<p style="text-align: justify;">Algumas <em>atividades</em> desenvolvem muito determinadas áreas do conhecimento, mas, geralmente, a mesma atividade desencadeia o desenvolvimento de várias áreas do saber do ser humano. Por isso, é desnecessário rotulá-las como pertencentes à leitura, à fala, à escrita ou à audição. Histórias, poesias, dramatizações e as várias ocasiões que incentivam discussões, trocas de ideias e o uso grupal de equipamentos são momentos privilegiados de comunicação oral, o que desencadeia a organização do pensamento, a sequência cronológica dos fatos, a vivência grupal e o desenvolvimento da descoberta das preferências individuais – parte fundamental do desenvolvimento da personalidade. Mesmo nas atividades especificamente direcionadas à determinada área do conhecimento, seja Geografia, Matemática, ou qualquer outra, a <em>linguagem</em> se desenvolve e é imprescindível na<em> formação da criança</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Após observar e considerar as características relativas às preferências, ao desenvolvimento e às experiências anteriores, predominantes em cada grupo de crianças, cabe ao professor selecionar e adaptar as atividades mais apropriadas e viáveis para as crianças, respeitando e incentivando sempre as suas escolhas e decisões. A maturidade delas é constatada e desenvolvida pelas escolhas feitas em relação a histórias, poesias, livros e materiais para o brinquedo dramático.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns autores afirmam que as crianças oriundas de ambientes mais pobres têm maior necessidade de atividades de desenvolvimento da linguagem. Todavia, a vivência nos assegura que a linguagem está presente em praticamente tudo que fazemos e que todas as crianças beneficiam-se, espetacularmente, do uso que fazemos da linguagem na escola, notadamente pela sua íntima participação no desenvolvimento do pensamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto maior o contato da criança com situações comunicativas e expressivas, melhor o desenvolvimento das suas capacidades linguísticas. Dessa forma, a Educação Infantil deve ampliar, integrar e ser continente da fala das crianças em contextos comunicativos para que ela se torne competente como falante.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Luciana Fiel, coordenadora do <a target="_blank" title="Mais informações sobre liguagem oral e escrita" href="http://www.cpt.com.br/cursos-educacao-infantil/educacao-infantil-linguagem-oral-e-escrita">Curso Educação Infantil &#8211; Linguagem Oral e Escrita</a>, elaborado pelo<a target="_blank" href="http://www.cpt.com.br/"> CPT – Centro de Produções Técnicas</a>, a utilização da linguagem oral na Educação Infantil deverá promover nas crianças as seguintes capacidades:</p>
<p style="text-align: justify;">- Participar de situações de fala e escuta de outras pessoas, narrar fatos e experiências do seu dia-a-dia, manifestando suas ideias e sentimentos, questionando e respondendo.</p>
<p style="text-align: justify;">- Expor ideias, fazer perguntas, fazer exposições orais, reproduzir e recontar textos e histórias.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/cwJx3ux2emU" frameborder="0" width="420" height="315"></iframe></p>
<p><script type="text/javascript">// <![CDATA[
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	var cptCorLink = "333";
	var cptCorFundo = "f7f7f7";
	var cptAdvCod = 728;
	var cptAdvModel = 4;
// ]]&gt;</script><br />
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		</item>
		<item>
		<title>Diga não às drogas</title>
		<link>http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/educacao/jovens-drogas-dependencia/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Dec 2011 12:35:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Tibúrcio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[dependência]]></category>
		<category><![CDATA[drogas]]></category>
		<category><![CDATA[jovens]]></category>

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		<description><![CDATA[Adotando a marginalidade como meio de vida, o jovem cada vez mais se embrutece com o passar dos anos, o que proporciona, na idade adulta, a explosão de uma repulsa e a manifestação de uma revolta contra a sociedade. Neste estágio, muitas vezes o jovem já conheceu o mundo do vício, tendo se embrenhado na bebida e nas drogas. Os pequenos vícios, que eram uma leviandade, adquirem a contextura de couraça impermeável, tendo, como consequência, a deformação da personalidade. Rejeitados, os jovens buscam no vício o conforto e a afeição a eles negados, numa fuga ilusória da solidão, marchando para a destruição moral e para o crime.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;">É preciso retomar o caminho certo, revalorizar a vida e recompor o mundo para que o seu exemplo mereça ser seguido</h2>
<div id="attachment_7904" class="wp-caption alignleft" style="width: 240px"><a href="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Drogas-N%C3%A3o-Para-jovens-e-adolescentes.jpg" rel="shadowbox[sbpost-7903];player=img;" title="Drogas-Não-Para-jovens-e-adolescentes"><img class="size-medium wp-image-7904" title="Drogas-Não-Para-jovens-e-adolescentes" src="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Drogas-N%C3%A3o-Para-jovens-e-adolescentes-230x250.jpg" alt="Drogas N%C3%A3o Para jovens e adolescentes 230x250 Diga não às drogas  " width="230" height="250" /></a><p class="wp-caption-text">O vício tem como consequência a deformação da personalidade </p></div>
<p style="text-align: justify;">Adotando a marginalidade como meio de vida, o<em> jovem</em> cada vez mais se embrutece com o passar dos anos, o que proporciona, na idade adulta, a explosão de uma repulsa e a manifestação de uma revolta contra a sociedade. Neste estágio, muitas vezes o jovem já conheceu o mundo do vício, tendo se embrenhado na bebida e nas drogas. Os pequenos vícios, que eram uma leviandade, adquirem a contextura de couraça impermeável, tendo, como consequência, a deformação da personalidade. Rejeitados, os jovens buscam no vício o conforto e a afeição a eles negados, numa fuga ilusória da solidão, marchando para a destruição moral e para o crime.</p>
<p style="text-align: justify;">A maconha, o álcool, a cocaína, a heroína, a anfetamina e os solventes são oferecidos aos ingênuos e aos desavisados como uma poção mágica, capaz de provocar emoções novas, numa fantástica libertação do espírito, numa eufórica viagem ao reino desconhecido dos sonhos. Drogado, no vício terrível dos alucinógenos, o dependente é vítima dócil dos miseráveis, que se enriquecem nesse comércio criminoso e repugnante. Para adquirir a<em> droga</em>, caríssima, ele se escraviza como traficante desse veneno, fazendo outras vítimas, disseminando a desgraça, o vício e o crime, que são elos dessa corrente monstruosa do tráfico.</p>
<p style="text-align: justify;">Em pouco tempo, o viciado torna-se um trapo humano, sem saúde, sem vontade própria, sem caráter, sem dignidade, sem escrúpulos, sem nada, pois, no estágio final do vício, não pode trabalhar, nem mesmo para os traficantes, uma vez que seu corpo já está arrasado, tornando-se propaganda negativa para o negócio. Assim, só nos hospitais, nos hospícios ou na prisão é que será possível encontrá-lo, no depauperamento terminal da ruína humana. Nessa decadência gradual do viciado, até os remédios são usados para substituir a droga que não pode mais adquirir. Paradoxalmente, os remédios deixam de ser uma poção curativa para serem transformados em veículo de morte.</p>
<p style="text-align: justify;">Bioquimicamente, a <em>dependência</em> resulta da adaptação dos neurônios à ação das drogas, no sentido de alterar os níveis normais de liberação dos neurotransmissores. Tanto as substâncias químicas produzidas pelo organismo humano, como as endorfinas, quanto as drogas, como o álcool ou a heroína, bloqueiam os receptores dos neurônios que regulam a liberação dos neurotransmissores. Quanto maior o número de receptores ocupados, menor o número de neurotransmissores liberados nas sinapses. A morte por overdose é consequência da interferência das drogas na neurotransmissão.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando há considerável decréscimo na quantidade de moléculas neurotransmissoras liberadas nas sinapses, os impulsos neurônicos tornam-se insuficientes para assegurar a continuidade dos processos biológicos vitais, como a respiração, o batimento cardíaco e a pressão sanguínea. Para classificá-las do ponto de vista de ação tóxica ou farmacológica e considerando as alterações que exercem sobre o corpo humano, elas foram agrupadas em duas categorias: drogas que produzem dependência psíquica (psicológica) e drogas que produzem dependência física ou química. Na psíquica, as drogas afetam a mente, mas não produzem tolerância, nem compulsão, nem síndrome de abstinência. Na dependência física, interferem em todo o funcionamento do sistema nervoso central, produzindo tolerância, compulsão e síndrome de abstinência.</p>
<p style="text-align: justify;">O professor Cid Martins Batista, coordenador do <a target="_blank" title="Mais informações sobre drogas" href="http://www.cpt.com.br/cursos-mundo-das-drogas/drogas-nao-para-jovens-e-adolescentes">Curso Drogas Não! Para Jovens e Adolescentes</a>, elaborado pelo <a target="_blank" href="http://www.cpt.com.br/">CPT – Centro de Produções Técnicas</a>, dá a dica “É preciso retomar o caminho certo, revalorizar a vida, recompor o mundo, para que o seu exemplo mereça ser seguido. É este o nosso dever, o dever de todo homem de bem. Não basta, entretanto, identificar os erros ou criticar os desmandos e nada fazer para corrigi-los. O mundo será melhor quando o homem se conscientizar de que a decência, a honestidade e o caráter são traços marcantes de sua personalidade”.</p>
<p><script type="text/javascript">// <![CDATA[
	var cptAdvAfCod = 613;
	var cptCorLink = "333";
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// ]]&gt;</script><br />
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		</item>
		<item>
		<title>Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade</title>
		<link>http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/educacao/educacao-infantil-educacao/tdah-sindrome-crianca-hiperativa-lesao-cerebral-minima-difusao-cerebral-minima/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Dec 2011 11:59:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Tibúrcio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[difusão cerebral mínima]]></category>
		<category><![CDATA[lesão cerebral mínima]]></category>
		<category><![CDATA[sindrome da criança hiperativa]]></category>
		<category><![CDATA[TDA/H]]></category>

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		<description><![CDATA[O TDA/H foi descrito pela primeira vez em 1902 por um pediatra inglês (George Still), que observou alterações de comportamentos em crianças, que, segundo esse médico, não podiam ser atribuídas a falhas educacionais, mas pareciam ter um determinante biológico incapaz de ser demonstrado. O grupo de crianças estudadas por Still não correspondia exatamente ao que se considera hoje como TDA/H, pois incluía crianças com deficiência mental, crianças com lesões cerebrais, crianças epilépticas, mas que apresentavam todas elas alguns traços em comum: um acentuado grau de inquietação, dificuldade de atenção e também de aprender com a experiência, pois, como dizia Still, por mais que recebessem ensinamentos, essas crianças voltavam a incidir nos mesmos erros.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;">Existem crianças desatentas, desconcentradas, perdidas nos seus próprios pensamentos</h2>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_7728" class="wp-caption alignleft" style="width: 202px"><a href="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2011/12/A-crian%C3%A7-e-o-Transtorno-do-D%C3%A9ficit-de-Aten%C3%A7%C3%A3o-e-Hiperatividade.jpg" rel="shadowbox[sbpost-7727];player=img;" title="A-crianç-e-o-Transtorno-do-Déficit-de-Atenção-e-Hiperatividade"><img class="size-medium wp-image-7728" title="A-crianç-e-o-Transtorno-do-Déficit-de-Atenção-e-Hiperatividade" src="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2011/12/A-crian%C3%A7-e-o-Transtorno-do-D%C3%A9ficit-de-Aten%C3%A7%C3%A3o-e-Hiperatividade-192x250.jpg" alt="A crian%C3%A7 e o Transtorno do D%C3%A9ficit de Aten%C3%A7%C3%A3o e Hiperatividade 192x250 Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade " width="192" height="250" /></a><p class="wp-caption-text">A hiperatividade pode acontecer em outros distúrbios psíquicos, não sendo, portanto, uma marca característica da pessoa portadora do TDA/H</p></div>
<p style="text-align: justify;">O <em>TDA/H</em> foi descrito pela primeira vez em 1902 por um pediatra inglês (George Still), que observou alterações de comportamentos em crianças, que, segundo esse médico, não podiam ser atribuídas a falhas educacionais, mas pareciam ter um determinante biológico incapaz de ser demonstrado. O grupo de crianças estudadas por Still não correspondia exatamente ao que se considera hoje como TDA/H, pois incluía crianças com deficiência mental, crianças com lesões cerebrais, crianças epilépticas, mas que apresentavam todas elas alguns traços em comum: um acentuado grau de inquietação, dificuldade de atenção e também de aprender com a experiência, pois, como dizia Still, por mais que recebessem ensinamentos, essas crianças voltavam a incidir nos mesmos erros.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde que foi cientificamente descrito por Still até os dias de hoje, esse problema já recebeu diversas denominações, as mais conhecidas são: <em>síndrome da criança hiperativa</em>, <em>lesão cerebral mínima</em>, <em>disfunção cerebral mínima</em>,<em> transtorno hipercinético</em>. Algumas dessas designações anteriores (síndrome da criança hiperativa, transtorno hipercinético) priorizavam o fator hiperatividade e outras (lesão cerebral mínima, disfunção cerebral mínima) preocupavam-se com a possível causa biológica que deveria existir, incapaz de ser detectada pelos exames complementares existentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1980, a Associação Americana de Psiquiatria adotou oficialmente o termo Transtorno do Deficit de Atenção que, em 1994, foi atualizado para Transtorno do Deficit de Atenção e Hiperatividade, significando o acréscimo da barra inclinada que o problema pode ocorrer com ou sem o componente de hiperatividade, inicialmente considerado o sintoma mais importante e definidor do quadro. Atualmente, com a classificação da DSM-IV, empregam-se os termos Predominantemente Desatento, Predominantemente Hiperativo-Impulsivo e Combinado para descrever as três possibilidades (formas) de TDA/H.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda nos dias de hoje, costuma-se falar de modo informal em “hiperatividade”, “criança hiperativa”, mas convém deixar bem claro que: Hiperatividade, inquietação, ou seja, o aumento da atividade motora, nem sempre esta presente no TDA/H.</p>
<p style="text-align: justify;">Paulo Mattos, psiquiatra e coordenador do <a target="_blank" title="Mais informações aobre o transtorno do deficit de atenção e hiperatividade" href="http://www.cpt.com.br/cursos-educacao-infantil/a-crianca-e-o-tdah-transtorno-do-deficit-de-atencao-e-hiperatividade">Curso A Criança e o TDA/H – Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade</a>, elaborado pelo CPT – Centro de Produções Técnicas, ressalta que, existem casos de crianças exclusivamente desatentas, desconcentradas, aquelas que vivem no mundo da lua, perdidas nos seus próprios pensamentos, e que não são muito inquietas. Algumas são ate quietas demais. Mesmo sem manifestarem sinal de inquietação, elas também são consideradas portadoras do Transtorno do Deficit de Atenção.</p>
<p style="text-align: justify;">A hiperatividade pode acontecer em outros distúrbios psíquicos, não sendo, portanto, uma marca característica da pessoa portadora do TDA/H. Para exemplificar, uma criança ansiosa, sentindo uma expectativa por algo que esta vivendo, digamos, a aproximação do nascimento de um irmão, pode ficar inquieta, desassossegada na sala de aula por alguns dias. Uma outra criança pode chegar ao colégio mais agitada sempre que faz uso de seus remédios para asma. Nessas situações, como em muitas outras, a criança se mostra inquieta, hiperativa, mas não quer dizer que ela sofra do TDA/H.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/Jy0S2ZaSA2I" frameborder="0" width="420" height="315"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"><script type="text/javascript">// <![CDATA[
  	var cptAdvAfCod = 613; 	var cptCorLink = "333"; 	var cptCorFundo = "f7f7f7"; 	var cptAdvCod = 665; 	var cptAdvModel = 4;
// ]]&gt;</script><br />
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		</item>
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		<title>O ensino das ciências nas escolas</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Dec 2011 11:12:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Tibúrcio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[ensino de ciências]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
		<category><![CDATA[professor]]></category>

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		<description><![CDATA[O objetivo deste trabalho é apresentar às crianças a pluralidade de fenômenos e acontecimentos físicos, biológicos, geográficos, históricos e culturais que existem no mundo em que vivemos. E mais: levar até elas a diversidade de formas existentes para se explicar, pensar e representar o mundo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;">O professor deve ter sempre em mente que existem e são válidas as concepções espontâneas</h2>
<div id="attachment_7733" class="wp-caption alignleft" style="width: 260px"><a href="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2011/12/O-ensino-das-ci%C3%AAncias-nas-escolas.jpg" rel="shadowbox[sbpost-7732];player=img;" title="O-ensino-das-ciências-nas-escolas"><img class="size-medium wp-image-7733" title="O-ensino-das-ciências-nas-escolas" src="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2011/12/O-ensino-das-ci%C3%AAncias-nas-escolas-250x163.jpg" alt="O ensino das ci%C3%AAncias nas escolas 250x163 O ensino das ciências nas escolas" width="250" height="163" /></a><p class="wp-caption-text">O professor não pode esquecer da importância de as crianças terem contato direto com elementos, fenômenos e acontecimentos do mundo</p></div>
<p style="text-align: justify;">O objetivo deste trabalho é apresentar às <em>crianças</em> a pluralidade de fenômenos e acontecimentos físicos, biológicos, geográficos, históricos e culturais que existem no mundo em que vivemos. E mais: levar até elas a diversidade de formas existentes para se explicar, pensar e representar o mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">O <em>professor</em> não pode esquecer o quanto é importante que as crianças tenham contato direto com elementos, fenômenos e acontecimentos do mundo. Elas precisam ser instigadas a observá-los e explicá-los.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso só será possível se, você, professor, passar a encarar a <em>ciência</em> como algo dinâmico e plural, que permite interpretações e oferece liberdade para o conhecimento. Não como uma coisa estanque, definitiva e inquestionável.</p>
<p style="text-align: justify;">O<em> ensino</em> deve potencializar a aprendizagem, atuando lado a lado, para que atinja seus objetivos. E para que essa unidade seja verdadeira, é importante considerar os seguintes aspectos:</p>
<p style="text-align: justify;">– É fundamental reconhecer o papel da escolha do conteúdo no ensino das ciências;</p>
<p style="text-align: justify;">– O professor deve ter sempre em mente que existem e são válidas as concepções espontâneas;</p>
<p style="text-align: justify;">– Os conhecimentos, na verdade, surgem como respostas a questionamentos;</p>
<p style="text-align: justify;">– É indispensável ter em mente o caráter social da construção do conhecimento científico.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas pessoas erroneamente acham que o conhecimento já aparece pronto na cabeça de algum cientista genial. Não sabem que, na verdade, a ciência depende da experimentação, do acúmulo de informações e da contribuição de muita gente. Além disso, o saber é dinâmico. Muito do que se “sabe” hoje, no futuro, poderá ser considerado totalmente falso.</p>
<p style="text-align: justify;">Maria Cortes, coordenadora do <a target="_blank" title="Mais informações sobre esducação infantil" href="http://www.cpt.com.br/cursos-educacao-infantil/ciencias-na-educacao-infantil">Curso Ciências na Educação Infantil</a>, elaborado pelo <a target="_blank" href="http://www.cpt.com.br/">CPT – Centro de Produções Técnicas</a>, ressalta que se observarmos as crianças no processo de desenvolvimento, vamos perceber que desde pequenas, elas são influenciadas pela interação com o meio natural, o <a href="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/educacao/trabalho-meio-ambiente-escolas-ensino/">meio ambiente</a> e o meio social no qual vivem.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/tP8Wz38DPhA" frameborder="0" width="420" height="315"></iframe></p>
<p><script type="text/javascript">// <![CDATA[
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	var cptCorFundo = "f7f7f7";
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		</item>
		<item>
		<title>Como fazer a escolha do curso no vestibular</title>
		<link>http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/educacao/curso-vestibular-carreira-pesquisar-para-escolher-graduacao/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 10:59:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Tibúrcio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[curso]]></category>
		<category><![CDATA[graduação]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisar para escolher]]></category>
		<category><![CDATA[vestibular]]></category>

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		<description><![CDATA[É fundamental que você eleja o curso que vai fazer para saber quais conteúdos serão priorizados em sua preparação para o vestibular, pois, como você sabe, cada curso exige um programa de estudo diferenciado. A escolha deve ser criteriosa e não é fácil, pois ao definir o curso você está decidindo a sua carreira e o seu estilo de vida.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;">Leia sobre o curso pretendido, converse com profissionais da área; não decida sozinho</h2>
<div id="attachment_7625" class="wp-caption alignleft" style="width: 260px"><a href="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Como-fazer-a-escolha-do-curso-no-vestibular.jpg" rel="shadowbox[sbpost-7624];player=img;" title="Como-fazer-a-escolha-do-curso-no-vestibular"><img class="size-medium wp-image-7625" title="Como-fazer-a-escolha-do-curso-no-vestibular" src="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Como-fazer-a-escolha-do-curso-no-vestibular-250x184.jpg" alt="Como fazer a escolha do curso no vestibular 250x184 Como fazer a escolha do curso no vestibular " width="250" height="184" /></a><p class="wp-caption-text">Busque informações sobre as possibilidades de trabalho. Revistas e jornais trazem sempre resultados de pesquisas sobre os cursos em alta</p></div>
<p style="text-align: justify;">É fundamental que você eleja o <em>curso</em> que vai fazer para saber quais conteúdos serão priorizados em sua preparação para o<em> vestibular</em>, pois, como você sabe, cada curso exige um programa de estudo diferenciado. A escolha deve ser criteriosa e não é fácil, pois ao definir o curso você está decidindo a sua <em>carreira</em> e o seu estilo de vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Se você já decidiu qual curso fazer, parabéns. Você atravessou uma etapa crucial. Saber exatamente o que queremos é um ponto importantíssimo. O medo de errar é muito grande, e não é para menos: determinar tão jovem a profissão que irá exercer não é fácil. É como um casamento: se der errado, os transtornos são imensos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pesquise para escolher</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Leia muito sobre a carreira que você quer, conheça a grade curricular da <em>graduação</em> pretendida para saber quais matérias irá cursar. Conversar com profissionais da área, ouvir várias opiniões, visitar faculdades e conversar com alunos do curso em vista também é muito importante.</p>
<p style="text-align: justify;">Busque informações sobre as possibilidades de trabalho. Revistas e jornais trazem sempre resultados de pesquisas sobre os cursos em alta, aqueles que lideram o ranking dos mais solicitados pelo mercado de trabalho. Essa lista varia de tempos em tempos. Por exemplo, as últimas investigações apontam que Engenharia, Administração, Tecnologia da Informação e Ciências Contábeis estão, nessa ordem, entre as áreas de formação mais solicitadas pelos empregadores. Economia, Publicidade, Propaganda e Marketing, Psicologia, Direito e Comércio Exterior também entram nessa relação. A leitura de revistas, jornais e textos na internet deixarão você sempre atualizado sobre esse tema.</p>
<p style="text-align: justify;">Um aspecto que você deve analisar com cuidado é se você tem possibilidades reais de passar num curso muito concorrido. Contar somente com a sorte, sem ter base, não adianta. À medida que você responde a estas perguntas, as ideias vão se clareando e você se aproxima da solução definitiva. Responda com cautela às perguntas e, se as respostas ficarem repetitivas, não desista, é sinal de que suas aptidões estão se mostrando nitidamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Quantos de nós contraria as tendências natas e resolve fazer um curso que envolve mais cálculo, quando temos mais facilidade para humanas ou vice–versa? Quantos escolhem uma profissão que os leva para longe dos seus familiares quando, na verdade, gostariam de ficar junto com eles?</p>
<p style="text-align: justify;">Não decida sozinho. Busque ajuda de quem tem experiência e conhece seu potencial. Não ouça apenas uma pessoa. Por mais que ela esteja bem intencionada, pode estar equivocada e dar conselhos a partir de sua própria vivência, do seu modo de ser, da sua inteligência, que podem não ter nada a ver com você.</p>
<p style="text-align: justify;">Tudo deve ser considerado. O esforço para se autoconhecer vale a pena. Se as dúvidas forem grandes, procure um bom psicólogo para ajudar-lhe, afinal você está decidindo a sua vida.</p>
<p style="text-align: justify;">A professora Gamali Rodrigues, coordenadora do <a target="_blank" title="Mais informações sobre vestibular" href="http://www.cpt.com.br/cursos-vestibular-concurso/como-passar-em-vestibular-e-concurso">Curso Como Passar em Vestibular e Concurso</a>, elaborado pelo <a target="_blank" href="http://www.cpt.com.br/">CPT – Centro de Produções Técnicas</a>, dá uma dica: “Lembre-se de que o mercado de trabalho, além de valorizar o seu currículo, vai querer saber de suas competências, habilidades e talentos, e, hoje em dia, essas três características quase se confundem. Descubra seus talentos, os dons que você recebeu ao nascer, para melhor desenvolver suas habilidades e suas competências”.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/c83e8u1Ygaw" frameborder="0" width="420" height="315"></iframe></p>
<p><script type="text/javascript">// <![CDATA[
	var cptAdvAfCod = 613;
	var cptCorLink = "333";
	var cptCorFundo = "f7f7f7";
	var cptAdvCod = 642;
	var cptAdvModel = 4;
// ]]&gt;</script><br />
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]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A informática e a educação no Brasil</title>
		<link>http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/educacao/a-informatica-e-a-educacao-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Nov 2011 10:56:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Tibúrcio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Infantil]]></category>

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		<description><![CDATA[Na história da educação brasileira, a Tecnologia Educacional não despontou com um único conceito No final da década de 1960, tentou-se por meio do uso da Tecnologia Educacional (TE), levar a escola a formar a mão de obra que o país necessitava. Naquela época, a economia crescia, bem como o processo de industrialização; sendo assim, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;">Na história da educação brasileira, a Tecnologia Educacional não despontou com um único conceito</h2>
<div id="attachment_7620" class="wp-caption alignleft" style="width: 260px"><a href="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2011/11/A-inform%C3%A1tica-e-a-educa%C3%A7%C3%A3o-no-Brasil.jpg" rel="shadowbox[sbpost-7618];player=img;" title="A-informática-e-a-educação-no-Brasil"><img class="size-medium wp-image-7620" title="A-informática-e-a-educação-no-Brasil" src="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2011/11/A-inform%C3%A1tica-e-a-educa%C3%A7%C3%A3o-no-Brasil-250x187.jpg" alt="A inform%C3%A1tica e a educa%C3%A7%C3%A3o no Brasil 250x187 A informática e a educação no Brasil" width="250" height="187" /></a><p class="wp-caption-text">As tecnologias, se empregadas de forma correta, garantem uma aprendizagem mais eficaz</p></div>
<p style="text-align: justify;">No final da década de 1960, tentou-se por meio do uso da <em>Tecnologia Educacional</em> (TE), levar a escola a formar a mão de obra que o país necessitava. Naquela época, a economia crescia, bem como o processo de industrialização; sendo assim, a <em>educação</em> estava vinculada aos interesses do governo.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa supervalorização da Tecnologia Educacional, naquele momento da história brasileira, fez com que muitos educadores críticos não dessem a ela o devido crédito no ensino e aprendizagem. Eles acreditavam que somente a inserção de tecnologia não iria solucionar os problemas.</p>
<p style="text-align: justify;">Na história da educação brasileira, a TE não despontou com uma única conceitualização. São encontradas diversas definições, que estão atreladas à função dos instrumentos tecnológicos no processo educativo.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com os participantes do 11º Seminário Brasileiro de Tecnologia Educacional, realizado no ano de 1979, a TE passou por duas fases. A primeira teria sido marcada pelo ideário de que os aparelhos garantiriam a eficiência. Porém, acabaram se tornando os fins em si mesmos. Isso foi resultado do uso dos aparelhos sem a devida compreensão dos problemas educacionais, que não seriam resolvidos apenas no ambiente escolar. Em outras palavras, computadores e outros <em>recursos</em> tecnológicos, quando não empregados de forma correta e sem objetivos traçados, não repercutem na educação.</p>
<p style="text-align: justify;">Devido a esses diferentes conceitos de TE, o processo educativo não apresentou um modelo próprio e adequado à realidade socioeconômica brasileira. Diversos educadores ligados a essa área começaram a buscar uma nova conceitualização para TE, com um norteador filosófico que envolvesse não apenas a eficiência da escola, mas sim, uma instituição melhor para as classes trabalhadoras. É possível refletir que compreendida assim, a Tecnologia Educacional poderia vir a ser encarada como algo a contribuir no processo de mudança da escola brasileira.</p>
<p style="text-align: justify;">As tecnologias, se empregadas de forma correta, garantem uma <em>aprendizagem</em> mais eficaz, logo, o sujeito dessa aprendizagem estará qualificado para o mercado de trabalho. Essa nova concepção filosófica pretendia que a TE não fosse apenas um modismo, mas, sim, que a educação não fosse vista na sua superficialidade. Outro elemento importante para a nova compreensão de TE foi o desenvolvimento de uma tecnologia própria, coerente com nossa realidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, na década de 1980, a TE passa a ser revalorizada, porém, em vez da televisão, videocassete, entre outros utilizados anteriormente, são adotados os computadores. As máquinas despontam como forma de contribuir no processo de ensino e aprendizagem. Porém, os computadores não tiveram seu uso disseminado de forma indiscriminada, embora diversos países como Estados Unidos, Inglaterra e França estivessem investindo nesse recurso, todavia, no Brasil, essa ideia não teve tanta força.</p>
<p style="text-align: justify;">Daphne Holzer Velihovetchi e Finkla Holzer Velihovetchi, coordenadores do <a target="_blank" title="Mais informações sobre informatica na educação" href="http://www.cpt.com.br/cursos-metodologia-de-ensino/curso-uso-da-informatica-na-educacao-fundamental-e-medio">Curso Uso da Informática na Educação – Fundamental e Médio</a>, elaborado pelo <a target="_blank" href="http://www.cpt.com.br/">CPT – Centro de Produções Técnicas</a>, destacam que no ano de 1987, o Ministério da Educação, além de financiar o Projeto Educom, buscou articular-se com as secretarias de educação tanto municipais como estaduais, proporcionando nova dinâmica para a PIE e gerou a criação dos Centros de Informática Educativa (CIED), que seriam responsáveis pela inserção do computador no ensino.</p>
<p style="text-align: justify;"><script type="text/javascript">// <![CDATA[
	var cptAdvAfCod = 613;
	var cptCorLink = "333";
	var cptCorFundo = "f7f7f7";
	var cptAdvCod = 629;
	var cptAdvModel = 4;
// ]]&gt;</script><br />
<script type="text/javascript" src="http://www.cpt.com.br/afiliados/load_cptaf.js"></script></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Atividades rítmicas para crianças usando o corpo</title>
		<link>http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/educacao/educacao-infantil-educacao/musicaizacao-escola-atividade-corporal-ritmica-pes-maos-crianca/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Nov 2011 13:02:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Tibúrcio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[atividade corporal]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
		<category><![CDATA[mãos]]></category>
		<category><![CDATA[musicaização]]></category>
		<category><![CDATA[pés]]></category>
		<category><![CDATA[rítmica]]></category>

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		<description><![CDATA[Para quem vai iniciar um projeto de musicalização em qualquer escola, é importante destacar que o primeiro contato com a musicalização pode ser promovido por meio de atividades rítmicas utilizando o corpo. Particularmente, palmas e pés, e ainda por meio de sons e gestos que chegam a criança. Esse tipo de atividade é muito mais simples, o que torna o início do projeto mais fácil. Além disso, as crianças normalmente assimilam mais rapidamente e adoram participar.


]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;">A atividade consiste em bater palmas e também bater as mãos na mesa, de forma alternada, em diferentes compassos</h2>
<h2 style="text-align: center;"></h2>
<div class="mceTemp" style="text-align: justify;">
<div id="attachment_7509" class="wp-caption alignleft" style="width: 260px"><a href="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Atividades-R%C3%ADtmicas-para-crian%C3%A7as-usando-o-Corpo.jpg" rel="shadowbox[sbpost-7507];player=img;" title="Atividades-Rítmicas-para-crianças-usando-o-Corpo"><img class="size-medium wp-image-7509" title="Atividades-Rítmicas-para-crianças-usando-o-Corpo" src="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Atividades-R%C3%ADtmicas-para-crian%C3%A7as-usando-o-Corpo-250x161.jpg" alt="Atividades R%C3%ADtmicas para crian%C3%A7as usando o Corpo 250x161 Atividades rítmicas para crianças usando o corpo" width="250" height="161" /></a><p class="wp-caption-text">A letra dessas musicas devem citar partes do corpo, olhos, orelhas, nariz e boca, ao mesmo tempo em que as crianças devem tocar essas partes</p></div>
<p>Para quem vai iniciar um projeto de <em>musicalização</em> em qualquer <em>escola</em>, é importante destacar que o primeiro contato com a musicalização pode ser promovido por meio de <em>atividades rítmicas</em> utilizando o corpo. Particularmente, <em>palmas</em> e <em>pés</em>, e ainda por meio de sons e gestos que chegam a criança. Esse tipo de atividade é muito mais simples, o que torna o início do projeto mais fácil. Além disso, as crianças normalmente assimilam mais rapidamente e adoram participar.</p>
</div>
<p style="text-align: justify;">Como primeiras atividades, recomendamos as que usam as palmas das mãos e os pés, porque são fáceis de assimilar e executar. E o primeiro exercício sobre os compassos e os tempos, em que as <em>crianças</em>, intuitivamente, vão perceber essa divisão.</p>
<p style="text-align: justify;">A atividade consiste em bater palmas e também bater as mãos na mesa, de forma alternada, em diferentes compassos. Você vai ver que este é um tipo de atividade que as crianças fazem com o maior entusiasmo. Vale a pena destacar que, a medida que a atividade se desenvolve, vamos tornando o compasso e a mistura de palmas, pés e batidas na mesa cada vez mais complexos. Mesmo assim, você verá que os alunos não perdem o entusiasmo, e muito menos o compasso. Ao contrário, eles têm uma grande capacidade de assimilar e executar corretamente os pulsos sonoros solicitados.</p>
<p style="text-align: justify;">Antes de levar esta e outras atividades para os meninos, treine sozinho ou com um colega da escola, para você chegar afiado para a turma, de maneira a não se atrapalhar. Isso porque rapidamente as crianças superam a gente.</p>
<p><strong>Órgãos do Corpo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Depois das palmas e pés, que são atividades bastante lúdicas, podemos avançar mais um pouquinho, agora com uma atividade que as crianças adoram. Vamos usar musicas para treinar a coordenação motora, ao mesmo tempo em que promoveremos o autoconhecimento da criança em relação ao próprio corpo. A letra dessas musicas devem citar partes do corpo, olhos, orelhas, nariz e boca, ao mesmo tempo em que as crianças devem tocar essas partes.</p>
<p style="text-align: justify;">O músico Thyaga, coordenador do <a target="_blank" title="Mais informações sobre atividade rítmica" href="http://www.cpt.com.br/cursos-educacao-infantil/educacao-infantil-musicalizacao-infantil">Curso Educação Infantil &#8211; Musicalização Infantil</a>, elaborado pelo <a target="_blank" href="http://www.cpt.com.br/">CPT &#8211; Centro de Produções Técnicas</a>, ressalta que &#8220;um detalhe importante é que se você toca violão ou se tem alguém que pode acompanhar a atividade, ótimo, você vai conseguir desenvolver a brincadeira de uma forma muito interessante.  Mas se você não sabe tocar instrumentos, você pode usar o CD com as musicas gravadas. E se mesmo assim você não tiver a disposição um aparelho de tocar CD, não se preocupe, cante varias vezes para as crianças, e ensine a letra a elas, mesmo sem o acompanhamento por instrumento&#8221;.</p>
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		<title>Aprendizagem Significativa</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Oct 2011 13:34:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Tibúrcio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
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		<description><![CDATA[Durante sua formação, da infância até a adolescência, as crianças procuram compreender o que se passa a seu redor usando esquemas mentais, assimilando, agindo e fazendo operações. Essa compreensão vai se modificando com o tempo. Isso é resultado de seu amadurecimento  biológico e também, das experiências acumuladas, das trocas interpessoais e transmissões culturais vivenciadas, até chegar à adolescência.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;">A escola tem papel fundamental no processo de amadurecimento</h2>
<div id="attachment_7056" class="wp-caption alignleft" style="width: 260px"><a href="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2011/10/sala-de-aula-tecnologia-e-treinamento.jpg" rel="shadowbox[sbpost-7055];player=img;" title="sala-de-aula-tecnologia-e-treinamento"><img class="size-medium wp-image-7056 " title="sala-de-aula-tecnologia-e-treinamento" src="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2011/10/sala-de-aula-tecnologia-e-treinamento-250x250.jpg" alt="sala de aula tecnologia e treinamento 250x250 Aprendizagem Significativa" width="250" height="250" /></a><p class="wp-caption-text">A sala de aula e a escola tornando-se um território carregado de potenciais conflitos</p></div>
<p style="text-align: justify;">Durante sua <em>formação</em>, da infância até a adolescência, as crianças procuram compreender o que se passa a seu redor usando esquemas mentais, assimilando, agindo e fazendo operações. Essa compreensão vai se modificando com o tempo. Isso é resultado de seu amadurecimento  biológico e também, das experiências acumuladas, das trocas interpessoais e transmissões culturais vivenciadas, até chegar à adolescência.</p>
<p style="text-align: justify;">A <em>escola</em> e, mais especificamente, a sala de aula têm um papel fundamental nesse processo, apesar de nem sempre terem correspondido às expectativas de pais, alunos e dos próprios professores, diante de resultados desanimadores e do fracasso de muitos de seus alunos. Não são poucos os fatores que dificultam a busca por melhores resultados na educação formal, sendo que um dos principais é a compreensão nem sempre adequada do processo de aprendizagem.</p>
<p style="text-align: justify;">A formação das <em>crianças</em> e dos <em>jovens</em> nas últimas décadas tem sido marcada por uma redução cada vez maior da convivência familiar e uma presença cada vez mais intensa da televisão e da internet, como fonte primária de informações e conhecimento. O que se observa, muito provavelmente em função dessas alterações de convívio e excessiva exposição à mídia, é uma crescente valorização do prazer individual e imediato, do consumo e da individualidade. Crianças e adolescentes têm pouco contato com a frustração, o que, normalmente, tem gerado um comportamento egocêntrico, o qual se expressa, muitas vezes, no conceito de “primeiro o eu”.</p>
<p style="text-align: justify;">O resultado disso é a sala de aula e a escola tornando-se um território carregado de potenciais conflitos, oque torna o trabalho do professor cada vez mais difícil, especialmente se não se conhecem metodologias adequadas de trabalho.</p>
<p><strong>O aluno</strong></p>
<p>Há vários motivos que levam o aluno a não prestar atenção em <em>sala de aula</em>:</p>
<p style="text-align: justify;">- Atitude negativa contra qualquer tipo de autoridade;</p>
<p style="text-align: justify;">- Desinteresse pelos conteúdos ensinados;</p>
<p style="text-align: justify;">- A lei do menor esforço</p>
<p style="text-align: justify;">A “lei do menor esforço” deve ser analisada  com todo cuidado e a luz das teorias práticas educacionais. A maior parte dos professores concorda que, se o aluno sentisse vontade de aprender, certamente, quaisquer obstáculos físicos ou psicológicos seriam facilmente vencidos. E diz também que grande parte dos alunos, na verdade, mostra apenas uma atitude de “aceitar ser ensinado”, sendo que o ideal seria que chegassem a um desejo entusiasmado de aprender.</p>
<p><strong>O professor</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O professor é alvo de olhares dos alunos de cada turma. Pressionado por toda a comunidade escolar, às vezes, não percebe que uma alta porcentagem de fracasso precisa ser revertida.</p>
<p style="text-align: justify;">A profissão de educador exige ainda muito estudo. Não apenas da disciplina que o professor leciona, em que uma atualização constante é obrigatória, mas também sobre as teorias de aprendizagem e as metodologias de ensino.</p>
<p style="text-align: justify;">No <a target="_blank" href="http://www.cpt.com.br/cursos-metodologia-de-ensino/curso-aprendizagem-significativa">Curso Aprendizagem Significativa</a>, elaborado pelo <a target="_blank" href="http://www.cpt.com.br/">CPT – Centro de Produções Técnicas</a>, Per Christian Braathen, coordenador do curso, diz que “saber bem a disciplina é condição <span style="text-decoration: underline;">necessária</span>, mas não <span style="text-decoration: underline;">suficiente</span>. É necessário saber o que ensina, mas é de fundamental importância <span style="text-decoration: underline;">saber ensinar o que sabe</span>.</p>
<p><script type="text/javascript">// <![CDATA[
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