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Tutor dos cursos CPT, Centro de Produções Técnicas, Viçosa - MG.

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10 comentários para “Como abater caprinos e processar a carne”

  1. ana alice de a. cavalcanti

    gostaria de participar de um curso de cortes de carnes de caprinos.preciso urgente .obg

    1. Revista Tecnologia e Treinamento

      Olá Ana Alice,

      Agradecemos sua visita e comentário em nosso site. Nossas consultoras entrarão em contato com mais informações sobre o Curso a Distância Técnicas de Abate e Corte de Suínos e Caprinos.

      Atenciosamente,
      Ana Carolina dos Santos

  2. jose onofre prince correa

    estou iniciando uma criacao de ovelhas e preciso de tabelas de controle de natalidade , desmame, como criar , como engordar ,medicamentos que preciso ,
    por isto quero adquirir livros ou cursos pata tal emmpreendimento

    grato onofre

    1. Revista Tecnologia e Treinamento

      Olá, José Onofre!

      Agradecemos sua visita e comentário em nosso site. Nossas consultoras entrarão em contato com mais informações sobre os Cursos CPT da área Criação de Ovinos.

      Atenciosamente,
      Ana Carolina dos Santos

  3. Antonio Carlos Rossi

    Olá pessoal!, eu gostaria de saber sobre a burocracia de documentação para legalização de pequenos abatedouros para o Estado de São Paulo. Eu comprei o curso da CPT, e queria construir um pequeno abatedouro aqui na minha cidade, Saltinho/SP, mas a burocracia é muito grande, eu gostaria de ajuda e instrução de como viabilizar mais rapido estas coisas, senão devo continuar na informalidade, como devo proceder, obrigado, Carlos.

    1. admin

      Sr. Carlos,

      A legislação brasileira determina que o abate e processamento de animais para consumo humano seja realizado em estabelecimentos registrados e submetidos à inspeção sanitária oficial, que poderá ser a nível municipal (SIM – Serviço de Inspeção Municipal), com comércio somente no município de localização do abatedouro; estadual (SIE – Serviço de Inspeção Estadual), com comércio em todo o estado onde se localiza o abatedouro; e federal (SIF – Serviço de Inspeção Federal), com possibilidade de comércio interestadual e, dependendo das condições, poderá ser habilitado para exportação.

      Além disso, em 2009, foi lançado o Programa Nacional de Abate Humanitário – STEPS, em Brasília. É o marco inicial que resultou do Termo de Cooperação, firmado em janeiro de 2008 pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e a Sociedade Mundial e Proteção aos Animais – WSPA, que visa implementar melhorias para o bem-estar dos animais de produção no Brasil. Assim, o abate humanitário também é uma norma.

      Em São Paulo, as Leis nº 10.470, de 20 de dezembro de 1999, e nº 7.705, de 19 de fevereiro de 1992 , regulamentam, também, o abate de animais.

      Assim, para que um abatedouro possa funcionar, é obrigatório se adequar a todas as especificações, e obter certificação. Para isso, o senhor precisa entrar em contato com o órgão competente na sua região, municipal ou estadual, fazer um requerimento e, a partir daí, seu estabelecimento passará por uma vistoria e então terá um prazo para se adequar às normas. Caso contrário, o mesmo poderá ser fechado e seus produtos confiscados.

      Atenciosamente,
      Patrícia Tristão

  4. ademar rogalski

    Ola Marconi.
    Tudo bom?
    Meu nome é Ademar ,sou de Santa Catarina,e tenho uma pequena criacao,pro futuro que envestie mais,mas como aqui por perto nao tem muita criacao,quero saber qual o tipo de pasto mais adequado para eles,e hoje qual é o preço da carne?
    Se for possivel me mande um email.
    Tchau.

    1. admin

      Senhor Ademar,

      Geralmente, enquanto o preço da arroba do boi está em torno de R$100, a dos cordeiros está em R$150. Parece-me que o senhor já cria caprinos para corte em Santa Catarina, então já possui uma área de pastagens para a alimentação de seus animais, nesse caso, o melhor é avaliar a qualidade da pastagem já implantada.

      Vários fatores estão relacionados com a qualidade da mesma, como o número de animais na pastagem, o manejo destas, o uso de irrigação, adubação e respeito ao período de recuperação após o pastejo da gramínea, dentre outros. Se é realizado o manejo da pastagem de forma correta e o senhor faz a suplementação de seus animais na época da seca, quando não há oferta suficiente e de qualidade da pastagem, não há que se preocupar com a alimentação dos mesmos. Caso contrário, promover a recuperação do pasto, no caso de não ser produtivo, e manter o manejo adequado, é mais viável que implantar uma nova pastagem com uma nova espécie forrageira ou reformar a que já existe.

      Assim, sugiro ao senhor que procure um profissional da área para fazer uma visita na sua propriedade e avaliar o que será mais viável para sua criação. Também é muito importante buscar informações técnicas sobre o assunto. Para isso, conheça os cursos do CPT – Centro de Produções Técnicas, na área de Caprinos, assim como o curso Formação e Manejo de Pastagens para Ovinos, no qual você aprenderá as características e cuidados das principais espécies forrageiras; a formação da pastagem; o pastejo integrado com outros ruminantes e como fazer a rotação e a adubação de pastagens.

      Atenciosamente,

      Patrícia Tristão

  5. rogerio

    Bom dia!!
    Marconi
    tudo bem acabei de chegar de um passeio no estado de piaui e constatei que nesse ramo de abatedouro de ovino e caprinos nessa regiao e muito escasa onde pode ser prospero, eu estava navegando na net a procura como montar um abatedouro e tambem constatei que tem ate certificacao de produto.
    Gostaria de uma avaliacao sua.
    Como construi um abatedouro
    custo de montagem etc
    obrigado.

    1. admin

      Oi Rogério,

      Realmente, nos últimos anos, houve crescimento no consumo de carne ovina e caprina devido à expansão do uso dessas na culinária brasileira. No entanto, no Brasil, metade da carne consumida vem de abatedouros clandestinos, sem fiscalização e sem condições técnicas para o abate de animais, contrariando todas as regras de higiene. O que coloca o consumidor desse tipo de produto em risco permanente.

      Os frigoríficos são fiscalizados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio do SIF, o Sistema de Informações Gerenciais do Serviço de Inspeção Federal, que atesta a qualidade dos produtos de origem animal, sob o aspecto sanitário e tecnológico, oferecidos ao mercado consumidor. O SIF atua junto a quase 4 mil estabelecimentos registrados no Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal. São três os tipos de fiscalização: municipal, estadual e federal. Os interessados em montar um abatedouro deverão, portanto, procurar um desses órgãos em sua região, para buscar informações sobre como proceder para legalizar o negócio.

      O aspecto mais importante na construção das instalações de um abatedouro para pequenos animais é o atendimento às normas da legislação. Antes de iniciar a fase de projeto, o empreendedor deve procurar o órgão representante da inspeção sanitária de sua região, para que não tenha de refazer projetos ou construções por conta da falta de aprovação das autoridades. Portanto, as orientações do Serviço de Inspeção são fundamentais.

      Também deverá fazer um planejamento prévio do mercado que pretende atender, pois, no caso de ovinos e caprinos, existem cortes específicos em algumas regiões que devem ser observados para que o produto tenha melhor aceitação. Já para os abatedouros que pretendem exportar, esses deverão se preparar ainda mais, pois cada país tem sua preferência por tipos de cortes e isso irá influenciar diretamente na condição para exportação do produto.

      Para mais informações sobre o assunto, conheça os cursos elaborados pelo CPT – Centro de Produções Técnicas na Área de Ovinos e Caprinos, em especial os cursos “Montagem de Pequeno Abatedouro e Cortes Comerciais de Ovinos” e “Abate de Caprinos e Processamento da Carne”. Os mesmos trazem um conteúdo amplo a respeito do assunto, cada qual com sua especificidade, ilustrado com fotos, e realizados em parceria com professores especialistas na área.

      Atenciosamente,
      Patricia Tristão.

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