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	<title>Tecnologia e TreinamentoPecuária Extensiva</title>
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		<title>Produtores rurais descobrem o potencial das cercas elétricas</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Apr 2011 11:47:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marconi Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eletricidade]]></category>
		<category><![CDATA[Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Energia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Energia na Fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[Pastejo Rotativo]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária Extensiva]]></category>

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		<description><![CDATA[Vantagens e desvantagens da cerca elétrica, materiais utilizados, construção, aterramento e proteção contra raios.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;">As cercas atuam como uma barreira psicológica para o animal</h2>
<h2 style="text-align: center;">
<p><div id="attachment_5237" class="wp-caption alignleft" style="width: 260px"><a href="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2011/04/cerca-eletrica-pastejo-rotativo-instalacao-manejo.jpg" rel="shadowbox[sbpost-5236];player=img;" title="Cerca Elétrica para Pastejo Rotativo - Instalação e Manejo"><img class="size-medium wp-image-5237" title="Cerca Elétrica para Pastejo Rotativo - Instalação e Manejo" src="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2011/04/cerca-eletrica-pastejo-rotativo-instalacao-manejo-250x163.jpg" alt="cerca eletrica pastejo rotativo instalacao manejo 250x163 Produtores rurais descobrem o potencial das cercas elétricas" width="250" height="163" /></a><p class="wp-caption-text">A cerca, geralmente, é energizada por meio do aparelho eletrificador</p></div></h2>
<p style="text-align: justify;">A criação extensiva de animais exige que o agricultor implante cercas na propriedade para conter os animais em áreas específicas. Atualmente, é notável o número crescente de produtores rurais que estão descobrindo o grande potencial que têm as <em>cercas elétricas</em> em cumprir essa tarefa.</p>
<p style="text-align: justify;">Essas cercas atuam não como barreira física, como acontece com as convencionais, mas, sim, como psicológica. Apresentam grande facilidade de implantação, manutenção simplificada, alta eficiência na contenção de animais e custo de implantação, pelo menos, quatro vezes menor que as cercas convencionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Um exemplo do seu uso de forma bem eficiente é no pastejo rotativo, método bastante adotado no Brasil. Esse consiste em dividir a área da propriedade destinada ao pastejo em várias subáreas, para serem usadas pelos animais. Sendo assim, o pastejo rotativo traz benefício mútuo para os animais e para o pasto, aumentando a eficiência produtiva das propriedades rurais e reduzindo os custos de produção.</p>
<p style="text-align: justify;">O curso “<a target="_blank" title="Curso Cerca Elétrica para Pastejo Rotativo - Instalação e Manejo" href="http://www.cpt.com.br/cursos-eletricidade-fazenda/cerca-eletrica-para-pastejo-rotativo" target="_blank"><em>Cerca Elétrica para Pastejo Rotativo</em></a>”, elaborado pelo <em>CPT – Centro de Produções Técnicas</em>, apresenta todas as vantagens e desvantagens do uso da cerca elétrica, assim como informações relevantes para a implantação e manutenção dessas. A coordenação técnica deste trabalho ficou a cargo do professor Nelson Fernandes Maciel, engenheiro eletricista, mestre em engenharia agrícola e especialista em eletrificação rural da UFV &#8211; Universidade Federal de Viçosa.</p>
<p style="text-align: justify;">Após fazer o curso e ser aprovado na avaliação, o aluno recebe um certificado de conclusão emitido pela <em>UOV – Universidade On-line de Viçosa</em>, filiada mantenedora da ABED – Associação Brasileira de Educação a Distância.</p>
<p style="text-align: justify;">A cerca, geralmente, é energizada por meio do aparelho eletrificador. Esse pode ser alimentado com energia elétrica convencional, ou seja, 120V ou 240V, para alimentação monofásica, e 127V ou 220V para alimentação trifásica. Os eletrificadores podem ser alimentados, também, com outras fontes de energia, como por exemplo, baterias ou pilhas convencionais.</p>
<p><object width="500" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ZxJ4rNC3_p0?version=3"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/ZxJ4rNC3_p0?version=3" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Cio da vaca pode ser detectado por monta ou com uso do rufião</title>
		<link>http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/pecuaria/pecuaria-de-corte-pecuaria/inseminacao-artificial-bovinos-identificacao-cio/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Nov 2010 10:30:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marconi Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pecuária de Corte]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária de Leite]]></category>
		<category><![CDATA[Gado]]></category>
		<category><![CDATA[Melhoramento Genético em Bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária Extensiva]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária Intensiva]]></category>
		<category><![CDATA[Reprodução Bovina]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma técnica muito utilizada, principalmente em grandes rebanhos, é o uso do rufião Depois que se adota a inseminação artificial, o rebanho não precisará mais de um touro, a não ser em caso de opção por repasse. O touro, sem dúvida, é muito sensível ao cio, conseguindo detectá-lo com grande precisão. A detecção do cio, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;">Uma técnica muito utilizada, principalmente em grandes rebanhos, é o uso do rufião</h2>
<h2 style="text-align: center;">
<p><div id="attachment_3589" class="wp-caption alignleft" style="width: 260px"><a href="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2010/11/inseminacao-artificial-bovinos-identificacao-cio.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3587];player=img;" title="Curso de inseminação artificial em bovinos"><img class="size-medium wp-image-3589" title="Curso de inseminação artificial em bovinos" src="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2010/11/inseminacao-artificial-bovinos-identificacao-cio-250x160.jpg" alt="inseminacao artificial bovinos identificacao cio 250x160  Cio da vaca pode ser detectado por monta ou com uso do rufião" width="250" height="160" /></a><p class="wp-caption-text">Sem um touro, a identificação do cio terá de ser feita de forma alternativa</p></div></h2>
<p style="text-align: justify;">Depois que se adota a <em>inseminação artificial</em>, o rebanho não precisará mais de um touro, a não ser em caso de opção por repasse. O touro, sem dúvida, é muito sensível ao cio, conseguindo detectá-lo com grande precisão. A <em>detecção do cio,</em> então, terá de ser feita de uma forma alternativa, surgindo a necessidade de técnicas para <em>reconhecimento do cio </em>entre as vacas.</p>
<p style="text-align: justify;">Um recurso utilizado, principalmente em grandes rebanhos, é o rufião. Trata-se de um macho inteiro, que monta, mas não consegue fazer a penetração, porque, por uma cirurgia, teve o pênis bloqueado dentro do prepúcio ou desviado lateralmente. Para essa função, devem ser escolhidos animais de raças que apresentam grande libido, geralmente, as europeias ou mesmo zebuínos mestiços.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas a forma menos dispendiosa e mais simples de se detectar o cio é a observação de monta entre fêmeas. O professor Luis Fonseca Matos, coordenador técnico do curso <em>Inseminação Artificial em Bovinos – Convencional e em Tempo Fixo</em>, elaborado pelo <em>CPT – Centro de Produções Técnicas</em>, explica o método, “vacas e novilhas quando entram em cio ficam agitadas e nervosas. Elas dão cabeçadas umas nas outras, e ficam se encostando. A fêmea que está para entrar em cio, geralmente tenta montar as outras fêmeas que estão na mesma situação.”</p>
<p style="text-align: justify;">Desse modo, se a fêmea não entrou em cio, ela não aceita a monta. Já os animais em pleno ciclo reprodutivo, ao contrário, ficam parados, deixando-se montar. A observação desse comportamento é uma indicação certeira de <em>manifestação de cio</em>.</p>
<p><object width="500" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/4stZ5pjR4bY?version=3"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/4stZ5pjR4bY?version=3" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Curso sobre sistemas silvipastoris &#8211; Consórcio de árvores e pastagens</title>
		<link>http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/pecuaria/alimentacao-pecuaria/curso-sistemas-silvipastoris/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Apr 2010 17:41:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marconi Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alimentação Animal]]></category>
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		<category><![CDATA[Gado]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária de Leite]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária Extensiva]]></category>

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		<description><![CDATA[Efeitos das árvores sobre a pastagem, efeitos sobre o microclima, solo e produção de forragem, qualidade da forragem sob sombra...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1971" class="wp-caption alignleft" style="width: 260px"><a href="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2010/04/sistemas-silvipastoris.jpg" rel="shadowbox[sbpost-1969];player=img;" title="Curso de sistemas silvipastoris"><img class="size-medium wp-image-1971" title="Curso de sistemas silvipastoris" src="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2010/04/sistemas-silvipastoris-250x187.jpg" alt="sistemas silvipastoris 250x187 Curso sobre sistemas silvipastoris   Consórcio de árvores e pastagens" width="250" height="187" /></a><p class="wp-caption-text">Combinação harmônica: pastagem, gado e árvores</p></div>
<p style="text-align: justify;">As árvores contribuem com sombra, nutrientes provenientes tanto da sua biomassa (folhas, flores, frutos e galhos), como da exploração de camadas do solo inacessíveis às raízes das forrageiras, e com o suporte físico de sua copa e sistema radicular. O manejo adequado dos recursos que podem ser potencializados por elas, de modo a se obter benefícios para <em>sistemas pecuários</em> baseados em pastagens, é o objetivo geral da arborização de pastagens cultivadas.</p>
<p style="text-align: justify;">A integração árvore-pastagem-animal, que denominamos de arborização de <em>pastagens cultivadas,</em> é uma modalidade de <em>sistema silvipastoril</em> no qual o produto prioritário é o produto animal, seja <em>leite</em>, <em>carne</em> ou <em>lã</em>. Há outros tipos de sistemas silvipastoris, entre os quais aqueles que utilizam espécies arbóreas para produção de madeira ou de frutas. Nesses sistemas, a pastagem e os animais são, algumas vezes, considerados componentes secundários, porém sempre exercendo um papel na sustentabilidade do sistema.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos fatores que influenciam na obtenção das vantagens da arborização de pastagens é a escolha das espécies arbóreas, que devem ser adaptadas e apresentar arquitetura e características de crescimento adequadas. No Brasil, há numerosas espécies nativas com potencial para associar com pastagens, de modo que, em cada região, deve-se dar preferência às espécies locais, desde que preencham os requisitos necessários. Há também espécies exóticas adaptadas a alguns dos nossos ecossistemas, como as leguminosas de usos múltiplos, algumas apresentando valor forrageiro.</p>
<p style="text-align: justify;">No curso “<em>Sistemas Silvipastoris &#8211; Consórcio de Árvores e Pastagens</em>”, elaborado pelo <em>CPT – Centro de Produções Técnicas</em>, são apresentadas várias espécies arbóreas que podem associar-se a pastagens e diversas técnicas de implantação e manejo de sistemas silvipastoris. O curso conta com a coordenação técnica dos pesquisadores da Embrapa Gado de Leite: Margarida Mesquita Carvalho, Deise Ferreira Xavier, Maurílio José Alvim e Luiz Januário Aroeira.</p>
<p><object width="500" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/MwTj14gIHT0?version=3"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/MwTj14gIHT0?version=3" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Aprenda a produzir feno</title>
		<link>http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/pecuaria/alimentacao-pecuaria/curso-produzir-feno/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 08:21:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marconi Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O curso aborda: equipamentos, campo de feno, escolha da forrageira, fenação e melhoramento do feno ruim...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1865" class="wp-caption alignleft" style="width: 260px"><a href="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2010/04/producao-feno.jpg" rel="shadowbox[sbpost-1864];player=img;" title="Como produzir feno"><img class="size-medium wp-image-1865" title="Como produzir feno" src="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2010/04/producao-feno-250x166.jpg" alt="producao feno 250x166 Aprenda a produzir feno" width="250" height="166" /></a><p class="wp-caption-text">Produção de feno</p></div>
<p style="text-align: justify;">A estacionalidade da <em>produção de forragem</em> é reconhecida como um dos principais fatores responsáveis pelos baixos índices de produtividade da <em>pecuária</em> nacional, visto que os níveis de <em>produção animal</em> obtidos durante a seca são comprometidos pelo baixo rendimento forrageiro nessa época. Dentre as técnicas disponíveis para solucionar esse problema, destaca-se a prática da fenação.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Feno</em> é a forragem desidratada na qual se procura manter o valor nutritivo original da forrageira. Retirando-se a água da forragem ela pode ser armazenada por muito tempo, sem comprometimento da qualidade. Em condições econômicas, o feno de gramíneas pode ser feito no próprio campo, usando-se para a desidratação somente a energia do sol e do vento.</p>
<p style="text-align: justify;">A fenação ocupa importante papel no <em>manejo das pastagens</em>, permitindo o aproveitamento dos excedentes de forragem ocorridos em períodos de crescimento acelerados de forrageiras, visto que o controle do consumo de forragem através de alterações de carga animal é difícil de ser realizado. Assim, podemos dizer que a produção de feno é uma das alternativas viáveis para a conservação de forragens, com o objetivo de atender às necessidades de alimentação na época seca.</p>
<p style="text-align: justify;">O curso “<em>Produção de Feno</em>”, elaborado pelo <em>CPT – Centro de Produções Técnicas</em>, apresenta detalhes dessa técnica de baixo custo, destinada à <em>alimentação animal</em>. A coordenação técnica do curso ficou a cargo do zootecnista Josvaldo Rodrigues Ataide Júnior, especialista em Conservação de Forrageiras e Pastagens pela Universidade Federal de Viçosa &#8211; MG.</p>
<p><object width="500" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/JC8JK-X3naA?version=3"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/JC8JK-X3naA?version=3" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Estratégias para alimentação de gado de corte na seca</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 08:18:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marconi Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Suplemento múltiplo, semiconfinamento, confinamento com concentrados e/ou com volumosos, suplementação com concentrados e/ou volumoso, venda de animais na entrada da seca...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1858" class="wp-caption alignleft" style="width: 260px"><a href="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2010/04/estrategias-alimentacao-gado-de-corte-seca.jpg" rel="shadowbox[sbpost-1857];player=img;" title="Estratégias para alimentacao de gado de corte na seca"><img class="size-medium wp-image-1858" title="Estratégias para alimentacao de gado de corte na seca" src="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2010/04/estrategias-alimentacao-gado-de-corte-seca-250x187.jpg" alt="estrategias alimentacao gado de corte seca 250x187 Estratégias para alimentação de gado de corte na seca" width="250" height="187" /></a><p class="wp-caption-text">Alimentação balanceada para o gado até na seca</p></div>
<p style="text-align: justify;">O foco tecnológico, até o início da década de noventa, esteve voltado para a genética, tendo havido uma grande expansão nos projetos de seleção e cruzamentos, com uso de touros provados, por meio de inseminação artificial. Pouca importância era dada à alimentação dos animais em <em>sistemas de pastagens</em>. O descaso com as exigências de manejo e de nutrição das forrageiras usadas em pastejo foi muito grande, pois o pecuarista preferia alimentar seus animais com volumosos suplementares (cana, fenos, silagens) e concentrados (sabidamente de custo mais alto) a recuperar o potencial de produção de suas pastagens por meio de adubações e manejo correto, ou, então, o pecuarista achava mais interessante investir todo o lucro da atividade na aquisição de terras novas para a implantação de pastagens a investir parte do lucro na manutenção da produtividade das suas fazendas.</p>
<p style="text-align: justify;">A maioria dos pecuaristas não acredita mais que a solução seja comprar terras mais distantes e mais baratas, de mata, para ser derrubada e se formar novas fazendas. Não se sentem mais estimulados por essa alternativa, porque sabem que as terras desvalorizaram muito, que nessas novas fronteiras existem problemas sérios com invasores (posseiros, sem-terra, índios) e que a administração à distância (a maioria dos pecuaristas moram nas regiões Sudeste e Cento-Oeste) hoje é muito cara e ineficiente.</p>
<p style="text-align: justify;">Desse modo, o pecuarista tem preferido melhorar o potencial de produção das fazendas que já possui. O estabelecimento de estratégias corretas de <em>alimentação do gado</em> durante o período da seca é, portanto, uma das importantes questões a serem resolvidas, para que o negócio com o <em>gado de corte</em> se torne cada vez mais rentável.</p>
<p style="text-align: justify;">A sazonalidade da produção de forrageiras é uma condição a ser enfrentada com tecnologia por quem desejar produzir carne em plena seca. No curso “<em>Gado de Corte a Pasto &#8211; Estratégias para Alimentação na Seca</em>”, elaborado pelo <em>CPT – Centro de Produções Técnicas</em>, você vai conhecer estratégias que podem possibilitar desde a manutenção do peso dos animais até a engorda para terminação, estratégias que vão atender todas as categorias animais e que podem ser usadas de forma combinada na fazenda. A coordenação técnica e científica do curso ficou a cargo de dois experientes especialistas, reconhecidos em todo o país, professor Adilson de Paula Almeida Aguiar, do Departamento de Zootecnia da FAZU-MG, e a zootecnista Bianca Helena P. J. F. Almeida.</p>
<p><object width="500" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/IbQMMXD1kww?version=3"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/IbQMMXD1kww?version=3" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Curso de formação de pastagens com braquiária em consórcio com milho</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 08:16:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marconi Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O curso aborda: escolha da cultivar, correção e preparo do solo, controle de invasoras, plantio, tratos culturais, colheita do milho e manejo da braquiária...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1855" class="wp-caption alignleft" style="width: 260px"><a href="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2010/04/formacao-pastagens-braquiaria-consorcio-milho.jpg" rel="shadowbox[sbpost-1854];player=img;" title="Formação de pastagens com braquiária em consórcio com milho"><img class="size-medium wp-image-1855" title="Formação de pastagens com braquiária em consórcio com milho" src="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2010/04/formacao-pastagens-braquiaria-consorcio-milho-250x187.jpg" alt="formacao pastagens braquiaria consorcio milho 250x187 Curso de formação de pastagens com braquiária em consórcio com milho" width="250" height="187" /></a><p class="wp-caption-text">Áreas de milho sob plantio direto</p></div>
<p style="text-align: justify;">No Brasil, são formados anualmente cinco milhões de hectares de <em>pastagens</em> e grande parcela desse plantio é classificada como renovação, ou seja, é feita a implantação em locais onde uma antiga pastagem se degradou, geralmente por manejo inadequado.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma parte considerável dessas áreas se perde com o passar dos anos, dada a degradação causada por fatores relacionados às técnicas de formação. Os principais fatores que influenciam na redução da produtividade e longevidade das pastagens são a implantação de forma incorreta; o uso de espécies <em>forrageiras</em> inadequadas às condições de solo e ao clima da região e o manejo incorreto durante seu estabelecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda são comuns no Brasil queimas frequentes, manejo incorreto da <em>fertilidade do solo</em> e de plantas daninhas, excesso de carga animal causando o <em>superpastejo</em>, e a subutilização das áreas chamadas de <em>subpastejo</em>. Essas práticas contribuem para que as pastagens rendam menos que seu potencial e se degradem rapidamente, necessitando de renovação.</p>
<p style="text-align: justify;">A implantação da pastagem de forma correta, realizando o preparo, a correção e <em>adubação do solo</em> são processos caros em que muitos pecuaristas ficam com receio de investir. Porém, o <em>plantio de milho</em> em consórcio com a <em>Brachiaria brizantha</em> ou a <em>Brachiaria decumbens</em> é uma excelente saída para o custeio de pastagens, uma vez que o milho, além de custear todo o processo de implantação, garante um manejo adequado da fertilidade do solo, de forma que a <em>Brachiaria</em> encontre boas condições para seu estabelecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">O curso “<em>Formação de Pastagens com Braquiária em Consórcio com Milho</em>”, elaborado pelo <em>CPT – Centro de Produções Técnicas</em>, apresenta essa excelente opção para a formação de pastagens, que restringe seu custo à compra das sementes da braquiária. O produtor ainda obtém lucro com a produção de milho. A coordenação técnica do curso ficou a cargo do professor Dr. Lino Roberto Ferreira e dos pesquisadores Francisco Cláudio Freitas e Adriano Jakelaitis, doutorandos em fitotecnia, da Universidade Federal de Viçosa.</p>
<p><object width="500" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ZsHtfvP9Z9I?version=3"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/ZsHtfvP9Z9I?version=3" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Curso de pastejo rotacionado</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 08:08:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marconi Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alimentação Animal]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação de Bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[Gado]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária de Corte]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária de Leite]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária Extensiva]]></category>

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		<description><![CDATA[Necessidades da pastagem, necessidades do animal em pastejo, como fazer a divisão em piquetes, cálculo da disponibilidade de forragem, tempo de ocupação e período de descanso...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1840" class="wp-caption alignleft" style="width: 260px"><a href="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2010/04/pastejo-rotacionado.jpg" rel="shadowbox[sbpost-1839];player=img;" title="Pastejo rotacionado"><img class="size-medium wp-image-1840" title="Pastejo rotacionado" src="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2010/04/pastejo-rotacionado-250x187.jpg" alt="pastejo rotacionado 250x187 Curso de pastejo rotacionado" width="250" height="187" /></a><p class="wp-caption-text">Uso do sistema de rotação de pastagens</p></div>
<p style="text-align: justify;">Um <em>sistema de pastejo</em> constitui uma combinação definida e integrada do animal, da planta, do solo e de outros componentes do ambiente e os métodos de pastejo pelos quais o sistema é manejado para atingir resultados ou objetivos específicos (RODRIGUES e REIS, 1997).</p>
<p style="text-align: justify;">Na maioria dos trabalhos sobre sistemas de pastejo, os autores procuraram comparar o contínuo com o rotativo, comumente conhecido como <em>pastejo rotacionado</em>. No <em>pastejo contínuo</em>, a pastagem é utilizada sem descanso, durante todo o ano, ou durante várias estações, podendo ser com carga fixa (o número de animais é fixo) ou com carga variável (o número de animais varia ao longo do ano, de acordo com a disponibilidade de forragem). No pastejo rotacionado, a pastagem é subdividida em um número variável de piquetes, que são utilizados um após o outro, podendo também ser com carga fixa ou variável.</p>
<p style="text-align: justify;">O sistema de pastejo rotacionado só tem vantagens sobre o contínuo se houver aumento na taxa de lotação animal na área, refletindo maior <em>produção de forragem</em>. Para taxas de lotação de até 2 UA/ha parece não haver diferenças em produção entre os dois sistemas e, nessa condição, o pastejo rotacionado teria as vantagens adicionais de possibilitar melhor controle para o aproveitamento da forragem disponível e de sua qualidade.</p>
<p style="text-align: justify;">O curso “<em>Pastejo Rotacionado</em>”, elaborado pelo <em>CPT – Centro de Produções Técnicas</em>, apresenta técnicas de manejo fundamentais para quem pretende aumentar a capacidade de suporte e melhorar o desempenho das pastagens. A coordenação técnica do curso ficou a cargo do professor Adilson de Paula Almeida Aguiar, da FAZU &#8211; Faculdade de Agronomia e Zootecnia de Uberaba &#8211; MG, consultor de fazendas; e da zootecnista e especialista em Administração Rural, Bianca Helena Franco Almeida.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p><object width="500" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/8_ttaUbiAUs?version=3"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/8_ttaUbiAUs?version=3" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Uso do plantio direto na formação de pastagens</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 08:03:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marconi Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alimentação Animal]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação de Bovinos]]></category>
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		<description><![CDATA[Técnica do plantio direto, calendário e as etapas de formação, análise do solo, correção com calagem, dessecação da vegetação, adubação, semeio e manejo inicial de estabelecimento.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;">Além dos benefícios ao meio ambiente, o sistema de plantio direto ajuda também ao produtor, reduzindo o uso de máquinas e o tempo gasto para a implantação da lavoura</h2>
<div id="attachment_1837" class="wp-caption alignleft" style="width: 260px"><a href="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2010/04/formacao-pastagem-plantio-direto.jpg" rel="shadowbox[sbpost-1836];player=img;" title="Formação de pastagem com plantio direto"><img class="size-medium wp-image-1837" title="Formação de pastagem com plantio direto" src="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2010/04/formacao-pastagem-plantio-direto-250x187.jpg" alt="formacao pastagem plantio direto 250x187 Uso do plantio direto na formação de pastagens" width="250" height="187" /></a><p class="wp-caption-text">Técnicas de plantio direto para a formação de uma pastagem de qualidade</p></div>
<p style="text-align: justify;">A técnica de <em>plantio direto</em> na palha tem sido usada na agropecuária com o objetivo de viabilizar a sustentabilidade da capacidade produtiva do solo. Isso é feito  por meio da redução das perdas por erosão hídrica e eólica, mantendo a cobertura vegetal no solo, minimizando o assoreamento e a eutrofização de represas e cursos d’água. Essas limitações promovem a melhoria das condições físicas, químicas e biológicas do solo, elevando sua capacidade de infiltração e retenção de água e, também, seu teor de matéria orgânica, promovendo, portanto, a <em>preservação do meio ambiente</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Além dos benefícios ambientais, o sistema de <em>plantio direto na palha</em> ajuda, também, ao produtor, reduzindo o uso de máquinas, e o tempo gasto para a implantação da lavoura. Essas vantagens evitam as operações de aração e gradagem, e permitem a incorporação de áreas anteriormente consideradas impróprias para a agricultura, como as que apresentam solos rasos e sensíveis à erosão, com afloramento de rochas e com declividade que dificulta a mecanização.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse <em>sistema de plantio</em> consiste no cultivo sem o revolvimento do solo, por aração e gradagem, e na manutenção na superfície do solo de uma camada de resíduos vegetais, a palhada, que pode ser formada por restos de culturas ou de vegetação nativa.</p>
<p style="text-align: justify;">O curso “<em>Formação de Pastagens com Plantio Direto</em>”, elaborado pelo <em>CPT – Centro de Produções Técnicas</em>, apresenta os procedimentos a serem seguidos para a implantação dessa técnica eficiente e prática. A coordenação deste trabalho ficou a cargo dos professores Dr. Lino Roberto Ferreira e Dr. Ernani Luiz Agnes, do departamento de fitotecnia da UFV &#8211; Universidade Federal de Viçosa, e do Dr. Francisco Cláudio Lopes de Freitas da Universidade Federal Rural do Semiárido.</p>
<p><object width="500" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/K3o10E2A0K0?version=3"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/K3o10E2A0K0?version=3" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Técnicas de irrigação de pastagens</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 08:01:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marconi Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dúvidas que precisam ser pesquisadas, análise econômica, particularidades para pecuária de corte, particularidades para pecuária de leite, sistemas de irrigação...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1834" class="wp-caption alignleft" style="width: 260px"><a href="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2010/04/irrigacao-pastagens.jpg" rel="shadowbox[sbpost-1833];player=img;" title="Como irrigar pastagens"><img class="size-medium wp-image-1834" title="Como irrigar pastagens" src="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2010/04/irrigacao-pastagens-250x186.jpg" alt="irrigacao pastagens 250x186 Técnicas de irrigação de pastagens" width="250" height="186" /></a><p class="wp-caption-text">Irrigação sendo executada em pastagem</p></div>
<p style="text-align: justify;">Os <em>produtores de leite</em> e carne estão obtendo altas produtividades por área e por animal em pastagens irrigadas. Alternativas de <em>sistemas de irrigação</em> têm sido desenvolvidas e a procura por informações sobre a resposta da pastagem e dos animais a essa tecnologia tem sido constante. Revistas especializadas têm trazido matérias de capa sobre o assunto, com grande frequência.</p>
<p style="text-align: justify;">Todo esse quadro está fazendo com que instituições de ensino e pesquisa de renome desenvolvam trabalhos de pesquisa sobre o uso da tecnologia, apesar de no passado já ter sido concluído que era inviável irrigar as pastagens no outono-inverno, pois não se conseguiria corrigir o</p>
<p style="text-align: justify;">problema da estacionalidade de produção. Entretanto, na atualidade, os produtores não estão mais só preocupados em resolver esse problema, mas também o de que a irrigação da pastagem pode ser uma alternativa para a <em>produção intensiva de carne e leite</em>, em pequenas áreas; em regiões semi-áridas e agrestes; para reduzir custos de produção e reduzir a mão de obra.</p>
<p style="text-align: justify;">Pelo lado da pesquisa, também, têm aparecido resultados animadores, com os pesquisadores demonstrando maior preocupação com o uso da irrigação como um componente dos sistemas intensivos de produção e o seu impacto, não só na produção de inverno, mas também na produção anual total, na redução de custos, e em comparação com outros sistemas de produção.</p>
<p style="text-align: justify;">O curso “<em>Irrigação de Pastagens</em>”, elaborado pelo <em>CPT – Centro de Produções Técnicas</em>, tem como objetivo fazer uma análise de toda a situação atual do conhecimento do assunto, sua potencialidade e seus principais problemas. A coordenação técnica e científica do curso ficou a cargo de dois experientes especialistas, reconhecidos em todo o país, professor Adilson de Paula Almeida Aguiar, do Departamento de Zootecnia da Faculdade de Zootecnia de Uberaba &#8211; FAZU-MG, e a zootecnista Bianca Helena P. J. F. Almeida, especialista em Administração Rural.</p>
<p><object width="500" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/0_CWhSLVOJQ?version=3"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/0_CWhSLVOJQ?version=3" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Como produzir silagem</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 08:00:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marconi Vieira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Alimentação de Bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[Gado]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária de Corte]]></category>
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		<category><![CDATA[Pecuária Extensiva]]></category>
		<category><![CDATA[Pecuária Intensiva]]></category>

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		<description><![CDATA[Escolha da espécie, implantação da lavoura, preparo do solo e plantio convencional, plantio direto, tratos culturais, colheita, ensilagem, escolha do local, confecção do silo, compactação...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1831" class="wp-caption alignleft" style="width: 260px"><a href="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2010/04/producao-silagem.jpg" rel="shadowbox[sbpost-1830];player=img;" title="Curso de produção de silagem"><img class="size-medium wp-image-1831" title="Curso de produção de silagem" src="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2010/04/producao-silagem-250x166.jpg" alt="producao silagem 250x166 Como produzir silagem" width="250" height="166" /></a><p class="wp-caption-text">Carregamento de silagem</p></div>
<p style="text-align: justify;">A <em>ensilagem</em> é um processo de <em>conservação de forragem</em> que tem sido amplamente utilizado com a finalidade de produção de alimento volumoso (<em>silagem</em>) de boa qualidade durante todo o ano, permitindo o aproveitamento do excesso de forragens do período das águas para fornecimento aos animais durante o período seco, quando ocorre uma diminuição quali-quantitativa das forrageiras. Essa estratégia é muito importante, principalmente, para empreendimentos de exploração intensiva com <em>vacas leiteiras</em> ou <em>bovinos em confinamento</em>, nos quais a exigência por volumoso de boa qualidade é maior.</p>
<p style="text-align: justify;">Define-se silagem como sendo o produto resultante da fermentação da planta forrageira na ausência de ar, finamente picada e acondicionada rapidamente em estrutura de armazenagem. Vale ressaltar que a ensilagem não é um método para melhorar o valor nutritivo de <em>plantas forrageiras</em>, mas, sim, um método que visa a preservação dos nutrientes dessas plantas.</p>
<p style="text-align: justify;">Para que haja um mínimo de perdas durante a confecção da silagem, alguns fatores devem ser considerados. O teor de umidade das forrageiras ao serem ensiladas tem grande influência nas reações químicas que ocorrerão durante o armazenamento, afetando, consequentemente, o valor nutritivo. A exclusão do ar é importante porque a respiração da planta consome os carboidratos disponíveis para a fermentação natural de ácido lático. Uma grande quantidade de ar deixada dentro do silo, ou nele penetrando naturalmente, prolongarão a respiração e, em consequência, o conteúdo de carboidratos solúveis será reduzido, aumentando as perdas de nutrientes e diminuindo a quantidade de ácido lático no produto final.</p>
<p style="text-align: justify;">Outros parâmetros importantes são a presença de bactérias produtoras de ácido lático e a quantidade de seus substratos (carboidratos solúveis). Em outras forragens que não <em>milho</em> e <em>sorgo</em>, a quantidade de carboidratos solúveis pode ser um fator limitante na produção de silagens com conteúdo de matéria seca inferior a 30% ou 35%. É sabido que muitas das forrageiras tropicais apresentam baixo teor de carboidratos solúveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Em princípio, qualquer espécie forrageira, anual ou perene, pode ser ensilada. Entretanto, o milho é a espécie forrageira que tem sido mais utilizada na produção de silagens, em função, principalmente, de seu alto conteúdo de energia, além da facilidade de mecanização na ensilagem e da alta produção de matéria seca/ha.</p>
<p style="text-align: justify;">O curso “<em>Produção de Silagem</em>”, elaborado pelo <em>CPT – Centro de Produções Técnicas</em>, apresenta, passo a passo, como produzir silagem de milho, sorgo e outros, de boa qualidade. A coordenação técnica do trabalho ficou a cargo do zootecnista Josvaldo Ataíde Júnior, especialista em conservação de forragens e pastagens pela Universidade Federal de Viçosa &#8211; UFV.</p>
<p><object width="500" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/voi9VAxQ1No?version=3"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/voi9VAxQ1No?version=3" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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