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	<title>Tecnologia e TreinamentoPecuária Intensiva</title>
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		<title>Cio da vaca pode ser detectado por monta ou com uso do rufião</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Nov 2010 10:30:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marconi Vieira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Melhoramento Genético em Bovinos]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma técnica muito utilizada, principalmente em grandes rebanhos, é o uso do rufião Depois que se adota a inseminação artificial, o rebanho não precisará mais de um touro, a não ser em caso de opção por repasse. O touro, sem dúvida, é muito sensível ao cio, conseguindo detectá-lo com grande precisão. A detecção do cio, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;">Uma técnica muito utilizada, principalmente em grandes rebanhos, é o uso do rufião</h2>
<h2 style="text-align: center;">
<p><div id="attachment_3589" class="wp-caption alignleft" style="width: 260px"><a href="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2010/11/inseminacao-artificial-bovinos-identificacao-cio.jpg" rel="shadowbox[sbpost-3587];player=img;" title="Curso de inseminação artificial em bovinos"><img class="size-medium wp-image-3589" title="Curso de inseminação artificial em bovinos" src="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2010/11/inseminacao-artificial-bovinos-identificacao-cio-250x160.jpg" alt="inseminacao artificial bovinos identificacao cio 250x160  Cio da vaca pode ser detectado por monta ou com uso do rufião" width="250" height="160" /></a><p class="wp-caption-text">Sem um touro, a identificação do cio terá de ser feita de forma alternativa</p></div></h2>
<p style="text-align: justify;">Depois que se adota a <em>inseminação artificial</em>, o rebanho não precisará mais de um touro, a não ser em caso de opção por repasse. O touro, sem dúvida, é muito sensível ao cio, conseguindo detectá-lo com grande precisão. A <em>detecção do cio,</em> então, terá de ser feita de uma forma alternativa, surgindo a necessidade de técnicas para <em>reconhecimento do cio </em>entre as vacas.</p>
<p style="text-align: justify;">Um recurso utilizado, principalmente em grandes rebanhos, é o rufião. Trata-se de um macho inteiro, que monta, mas não consegue fazer a penetração, porque, por uma cirurgia, teve o pênis bloqueado dentro do prepúcio ou desviado lateralmente. Para essa função, devem ser escolhidos animais de raças que apresentam grande libido, geralmente, as europeias ou mesmo zebuínos mestiços.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas a forma menos dispendiosa e mais simples de se detectar o cio é a observação de monta entre fêmeas. O professor Luis Fonseca Matos, coordenador técnico do curso <em>Inseminação Artificial em Bovinos – Convencional e em Tempo Fixo</em>, elaborado pelo <em>CPT – Centro de Produções Técnicas</em>, explica o método, “vacas e novilhas quando entram em cio ficam agitadas e nervosas. Elas dão cabeçadas umas nas outras, e ficam se encostando. A fêmea que está para entrar em cio, geralmente tenta montar as outras fêmeas que estão na mesma situação.”</p>
<p style="text-align: justify;">Desse modo, se a fêmea não entrou em cio, ela não aceita a monta. Já os animais em pleno ciclo reprodutivo, ao contrário, ficam parados, deixando-se montar. A observação desse comportamento é uma indicação certeira de <em>manifestação de cio</em>.</p>
<p><object width="500" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/4stZ5pjR4bY?version=3"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/4stZ5pjR4bY?version=3" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Como criar gado de leite confinado</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 17:40:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marconi Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pecuária de Leite]]></category>
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		<description><![CDATA[O sistema de confinamento, categorias animais, tipos de instalações para confinamento, confinamento em piquetes, repouso coletivo, baias individuais...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;">Um sistema de confinamento bem estruturado pode garantir alta produção e grande lucratividade</h2>
<div id="attachment_1932" class="wp-caption alignleft" style="width: 260px"><a href="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2010/04/confinamento-gado-de-leite.gif" rel="shadowbox[sbpost-1931];player=img;" title="Confinamento para gado de leite"><img class="size-medium wp-image-1932" title="Confinamento para gado de leite" src="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2010/04/confinamento-gado-de-leite-250x187.gif" alt="confinamento gado de leite 250x187 Como criar gado de leite confinado" width="250" height="187" /></a><p class="wp-caption-text">Confinamento para gado de leite</p></div>
<p style="text-align: justify;">Fatores econômicos e técnicos, bem como a preferência por determinados sistemas, irão influenciar o fazendeiro na escolha do tipo de instalação para seu <em>gado em confinamento</em>. As instalações podem ser simples e baratas, proporcionando aos animais <a title="Conforto animal para maior produção de leite" href="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/pecuaria/pecuaria-de-leite-pecuaria/conforto-animal-maior-producao-leite/" target="_blank">condições de conforto e espaço</a>, proteção e ambiente limpo, e de boas condições sanitárias, para evitar doenças e permitir <em>produção higiênica de leite</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">As instalações para o <em>confinamento do gado leiteiro,</em> onde a prática é corrente, podem ser classificadas genericamente em dois tipos de <em>sistemas de estabulação</em> completa: convencional e estabulação livre.</p>
<p style="text-align: justify;">No sistema convencional, os animais permanecem lado a lado, contidos ou não em baias individuais a maior parte do tempo, sendo recomendado para rebanhos de até 60 vacas em lactação. É o sistema mais usado no Brasil para a criação em regime de semi estabulação, com possibilidade de adaptação para o confinamento total.</p>
<p style="text-align: justify;">Já o sistema de <em>estabulação livre</em>, além de servir à ordenha, permite a execução de outras atividades, como <a title="Estratégias para alimentação de gado de leite na seca" href="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/pecuaria/alimentacao-pecuaria/estrategias-alimentacao-gado-de-leite-seca/" target="_blank">alimentação das vacas</a> em lactação, alojamento de reprodutores e bezerros, acondicionamento do leite, depósito de ração, local para picagem de forragem, farmácia e escritório. Sua localização e organização devem favorecer o rendimento de todo o trabalho com o gado, além de ser orientado na posição norte-sul, a fim de permitir insolação interna mais intensa. Saiba também sobre o <a title="O melhoramento genético de gado de leite" href="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/pecuaria/pecuaria-de-leite-pecuaria/melhoramento-genetico-gado-de-leite/" target="_blank">melhoramento genético de gado de leite.</a></p>
<p style="text-align: justify;">O curso “<em>Confinamento para Gado de Leite</em>”, desenvolvido pelo <em>CPT – Centro de Produções Técnicas</em>, mostra todas as informações necessárias para a implantação de um sistema bem estruturado, o uso de técnicas adequadas e um bom gerenciamento. A coordenação técnica deste trabalho ficou a cargo dos pesquisadores da Embrapa Gado de Leite, Dr. Marcus Cordeiro Durães e do Dr. Luciano Patto Novaes.</p>
<p><iframe width="500" height="375" src="http://www.youtube.com/embed/ZGL__bbgJiw?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Uso da cana ureia para alimentação de bovinos</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 17:19:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marconi Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uso da cana em diferentes condições, categoria animal e raça, aspectos nutricionais da cana, a ureia corrigindo o baixo teor de proteína, formação e cultivo do canavial...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1896" class="wp-caption alignleft" style="width: 260px"><a href="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2010/04/cana-ureia-alimentacao-bovinos.jpg" rel="shadowbox[sbpost-1895];player=img;" title="Cana uréia na alimentação de bovinos"><img class="size-medium wp-image-1896" title="Cana uréia na alimentação de bovinos" src="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2010/04/cana-ureia-alimentacao-bovinos-250x187.jpg" alt="cana ureia alimentacao bovinos 250x187 Uso da cana ureia para alimentação de bovinos" width="250" height="187" /></a><p class="wp-caption-text">Alimento de baixo custo para bovinos</p></div>
<p style="text-align: justify;">Com potencial para produção de 120 toneladas por hectare ao ano de <em>forragem</em>, a cana-de-açúcar é um recurso incomparável, com grande potencial para incrementar a indústria de <em>gado</em> nos trópicos. Sua cultura, entretanto, deve ser tecnicamente bem estabelecida e manejada para obter altas produções.</p>
<p style="text-align: justify;">O sistema de alimentação com cana-de-açúcar enriquecida com <em>ureia</em> e enxofre pode ser usado para <em>gado de leite</em> ou corte, em confinamento ou a pasto, durante o período seco do ano, com fornecimento de concentrado ou não, dependendo do nível de produção de leite ou ganho de peso esperado. É uma tecnologia simples, de fácil implementação, tornando-se especialmente indicada para produtores com baixa capacidade de investimento.</p>
<p style="text-align: justify;">A adoção dessa tecnologia pode contribuir para o aumento e a estabilização da <em>produção de leite</em> aos níveis obtidos durante o período das chuvas, redução da idade ao primeiro parto, redução do intervalo de partos, manutenção das altas taxas de lotação obtidas pela intensificação e <em>manejo das pastagens</em>, com retornos econômicos.</p>
<p style="text-align: justify;">O programa de desenvolvimento e de transferência de tecnologia do sistema de alimentação com cana-de-açúcar e ureia, coordenado pela Embrapa Gado de Leite com suporte financeiro da Petrobras, vem sendo realizado em um grande esforço conjunto de parcerias com serviços de extensão e assistência técnica das <em>cooperativas de leite</em> e <em>indústrias de laticínios</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">A cana-de-açúcar, rica em energia, corrigida com sistema ureia, é uma excelente opção para manter, a baixo custo, a produção animal na seca, sistema já adotado com sucesso em muitas propriedades. O curso “<em>Cana-Ureia &#8211; Alimento de Baixo Custo para Bovinos</em>”, elaborado pelo <em>CPT – Centro de Produções Técnicas</em>, mostra detalhadamente como implementar esse sistema de alimentação de baixo custo em sua propriedade. A coordenação técnica do curso ficou a cargo do pesquisador Rodolpho de Almeida Torres, da Embrapa Gado de Leite, pioneiro nas pesquisas com a cana na alimentação de bovinos.</p>
<p><object width="500" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Iahunl9s_sE?version=3"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Iahunl9s_sE?version=3" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Como cultivar milho hidropônico para alimentação animal</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 08:23:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marconi Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O que é hidroponia, características das sementes, preparo do canteiro, substrato, plantio, preparo da solução nutritiva, turno de regas, deficiência nutricional, colheita...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1852" class="wp-caption alignleft" style="width: 260px"><a href="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2010/04/cultivo-milho-hidroponico-alimentacao-animal.jpg" rel="shadowbox[sbpost-1851];player=img;" title="Alimentação animal com milho hidropônico"><img class="size-medium wp-image-1852" title="Alimentação animal com milho hidropônico" src="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2010/04/cultivo-milho-hidroponico-alimentacao-animal-250x158.jpg" alt="cultivo milho hidroponico alimentacao animal 250x158 Como cultivar milho hidropônico para alimentação animal" width="250" height="158" /></a><p class="wp-caption-text">No cultivo do milho hidropônico, para alimentação animal, é usado um material vegetal seco como substrato.</p></div>
<p style="text-align: justify;">A <em>hidroponia</em> é usada para produção de hortaliças e flores em escala comercial, principalmente, nas proximidades dos grandes centros urbanos, onde as terras agricultáveis são escassas e caras e há demanda por esses <em>produtos agrícolas</em>. Dentre as vantagens da hidroponia, estão a maior produtividade, a menor necessidade de mão-de-obra, a redução dos ciclos de produção das culturas e a não-necessidade de ter solos férteis disponíveis. A hidroponia pode ser praticada de inúmeras maneiras, além do uso para <em>produção de alimentos</em> humanos e flores, essa técnica mostra seu valor na produção de alimentos para animais.</p>
<p style="text-align: justify;">O <em>cultivo do milho</em> hidropônico surgiu como mais uma alternativa para obtenção de volumoso de qualidade, com alto valor energético e proteico, para <em>alimentação animal</em>. O <em>milho hidropônico</em> é altamente palatável e atende às necessidades de manutenção do <em>gado leiteiro</em> e de corte e, também, poderá ser destinado à suplementação alimentar de aves, equinos, suínos, peixes, ovinos e caprinos. Poderá, também, ser fornecido a animais de elite, como o gado leiteiro com produção acima de 20 kg de leite por dia, <em>gado de corte</em> em regime de confinamento intensivo e cavalos de raça.</p>
<p style="text-align: justify;">O sistema de produção é muito simples e de fácil compreensão e pode ser usado em qualquer época do ano e em qualquer região do país. O cultivo de milho hidropônico para forragem dispensa agrotóxicos, tem alta produtividade, ciclo curto e contínuo. O resultado é rápido, em cerca</p>
<p style="text-align: justify;">de 35 dias após a semeadura o milho está no ponto para ser fornecido aos animais. Essa rapidez torna o milho hidropônico uma excelente alternativa, especialmente nos períodos de seca prolongada. Além disso, o custo de produção é muito baixo, quando comparado com as alternativas existentes, como a silagem de milho e o feno de plantas de alto valor proteico, o que aumenta a viabilidade desse sistema.</p>
<p style="text-align: justify;">O curso “<em>Cultivo de Milho Hidropônico &#8211; Para Alimentação Animal</em>”, elaborado pelo <em>CPT – Centro de Produções Técnicas</em>, mostra como implantar essa alternativa de baixo custo para alimentação animal de qualidade. A coordenação técnica do curso ficou por conta do Engº Agrônomo Augusto Luís Almeida Neves, Mestre em Economia de Agroindústrias pelo Departamento de Tecnologia de Alimentos da Universidade Federal de Viçosa.</p>
<p><object width="500" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/YTvYQGeXTH4?version=3"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/YTvYQGeXTH4?version=3" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Aprenda a produzir feno</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 08:21:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marconi Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O curso aborda: equipamentos, campo de feno, escolha da forrageira, fenação e melhoramento do feno ruim...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1865" class="wp-caption alignleft" style="width: 260px"><a href="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2010/04/producao-feno.jpg" rel="shadowbox[sbpost-1864];player=img;" title="Como produzir feno"><img class="size-medium wp-image-1865" title="Como produzir feno" src="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2010/04/producao-feno-250x166.jpg" alt="producao feno 250x166 Aprenda a produzir feno" width="250" height="166" /></a><p class="wp-caption-text">Produção de feno</p></div>
<p style="text-align: justify;">A estacionalidade da <em>produção de forragem</em> é reconhecida como um dos principais fatores responsáveis pelos baixos índices de produtividade da <em>pecuária</em> nacional, visto que os níveis de <em>produção animal</em> obtidos durante a seca são comprometidos pelo baixo rendimento forrageiro nessa época. Dentre as técnicas disponíveis para solucionar esse problema, destaca-se a prática da fenação.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Feno</em> é a forragem desidratada na qual se procura manter o valor nutritivo original da forrageira. Retirando-se a água da forragem ela pode ser armazenada por muito tempo, sem comprometimento da qualidade. Em condições econômicas, o feno de gramíneas pode ser feito no próprio campo, usando-se para a desidratação somente a energia do sol e do vento.</p>
<p style="text-align: justify;">A fenação ocupa importante papel no <em>manejo das pastagens</em>, permitindo o aproveitamento dos excedentes de forragem ocorridos em períodos de crescimento acelerados de forrageiras, visto que o controle do consumo de forragem através de alterações de carga animal é difícil de ser realizado. Assim, podemos dizer que a produção de feno é uma das alternativas viáveis para a conservação de forragens, com o objetivo de atender às necessidades de alimentação na época seca.</p>
<p style="text-align: justify;">O curso “<em>Produção de Feno</em>”, elaborado pelo <em>CPT – Centro de Produções Técnicas</em>, apresenta detalhes dessa técnica de baixo custo, destinada à <em>alimentação animal</em>. A coordenação técnica do curso ficou a cargo do zootecnista Josvaldo Rodrigues Ataide Júnior, especialista em Conservação de Forrageiras e Pastagens pela Universidade Federal de Viçosa &#8211; MG.</p>
<p><object width="500" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/JC8JK-X3naA?version=3"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/JC8JK-X3naA?version=3" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Estratégias para alimentação de gado de corte na seca</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 08:18:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marconi Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Suplemento múltiplo, semiconfinamento, confinamento com concentrados e/ou com volumosos, suplementação com concentrados e/ou volumoso, venda de animais na entrada da seca...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1858" class="wp-caption alignleft" style="width: 260px"><a href="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2010/04/estrategias-alimentacao-gado-de-corte-seca.jpg" rel="shadowbox[sbpost-1857];player=img;" title="Estratégias para alimentacao de gado de corte na seca"><img class="size-medium wp-image-1858" title="Estratégias para alimentacao de gado de corte na seca" src="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2010/04/estrategias-alimentacao-gado-de-corte-seca-250x187.jpg" alt="estrategias alimentacao gado de corte seca 250x187 Estratégias para alimentação de gado de corte na seca" width="250" height="187" /></a><p class="wp-caption-text">Alimentação balanceada para o gado até na seca</p></div>
<p style="text-align: justify;">O foco tecnológico, até o início da década de noventa, esteve voltado para a genética, tendo havido uma grande expansão nos projetos de seleção e cruzamentos, com uso de touros provados, por meio de inseminação artificial. Pouca importância era dada à alimentação dos animais em <em>sistemas de pastagens</em>. O descaso com as exigências de manejo e de nutrição das forrageiras usadas em pastejo foi muito grande, pois o pecuarista preferia alimentar seus animais com volumosos suplementares (cana, fenos, silagens) e concentrados (sabidamente de custo mais alto) a recuperar o potencial de produção de suas pastagens por meio de adubações e manejo correto, ou, então, o pecuarista achava mais interessante investir todo o lucro da atividade na aquisição de terras novas para a implantação de pastagens a investir parte do lucro na manutenção da produtividade das suas fazendas.</p>
<p style="text-align: justify;">A maioria dos pecuaristas não acredita mais que a solução seja comprar terras mais distantes e mais baratas, de mata, para ser derrubada e se formar novas fazendas. Não se sentem mais estimulados por essa alternativa, porque sabem que as terras desvalorizaram muito, que nessas novas fronteiras existem problemas sérios com invasores (posseiros, sem-terra, índios) e que a administração à distância (a maioria dos pecuaristas moram nas regiões Sudeste e Cento-Oeste) hoje é muito cara e ineficiente.</p>
<p style="text-align: justify;">Desse modo, o pecuarista tem preferido melhorar o potencial de produção das fazendas que já possui. O estabelecimento de estratégias corretas de <em>alimentação do gado</em> durante o período da seca é, portanto, uma das importantes questões a serem resolvidas, para que o negócio com o <em>gado de corte</em> se torne cada vez mais rentável.</p>
<p style="text-align: justify;">A sazonalidade da produção de forrageiras é uma condição a ser enfrentada com tecnologia por quem desejar produzir carne em plena seca. No curso “<em>Gado de Corte a Pasto &#8211; Estratégias para Alimentação na Seca</em>”, elaborado pelo <em>CPT – Centro de Produções Técnicas</em>, você vai conhecer estratégias que podem possibilitar desde a manutenção do peso dos animais até a engorda para terminação, estratégias que vão atender todas as categorias animais e que podem ser usadas de forma combinada na fazenda. A coordenação técnica e científica do curso ficou a cargo de dois experientes especialistas, reconhecidos em todo o país, professor Adilson de Paula Almeida Aguiar, do Departamento de Zootecnia da FAZU-MG, e a zootecnista Bianca Helena P. J. F. Almeida.</p>
<p><object width="500" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/IbQMMXD1kww?version=3"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/IbQMMXD1kww?version=3" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Como produzir e usar suplemento múltiplo</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 08:14:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marconi Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como produzir o suplemento na própria fazenda, maneira como o suplemento atua, efeito no gado, estrutura necessária para seu fornecimento, como garantir maior quantidade de forragem para a seca.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1849" class="wp-caption alignleft" style="width: 260px"><a href="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2010/04/suplemento-multiplo-producao-uso.gif" rel="shadowbox[sbpost-1848];player=img;" title="Suplemento múltiplo - Como produzir e usar"><img class="size-medium wp-image-1849" title="Suplemento múltiplo - Como produzir e usar" src="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2010/04/suplemento-multiplo-producao-uso-250x174.gif" alt="suplemento multiplo producao uso 250x174 Como produzir e usar suplemento múltiplo" width="250" height="174" /></a><p class="wp-caption-text">Saiba como produzir o suplemento na própria fazenda</p></div>
<p style="text-align: justify;">A <em>criação de bovinos</em> a pasto é a forma mais natural e econômica de se produzir carne de alta qualidade. Os <em>bovinos</em> evoluíram ao longos dos tempos consumindo <em>pastagens</em>, tanto que o consumo voluntário de forragem na pastagem é 20 % maior do que o consumo da mesma forragem sob as formas de <em>feno</em> ou de <em>silagem</em>, já que o animal pode selecionar a sua dieta consumindo folhas novas e recusando folhas velhas e talos. É também mais econômico, porque o animal não precisa ser arraçoado (o que implica em menor custo com mão de obra e com alimentos suplementares) e não há envolvimento de máquinas e implementos agrícolas para o preparo e distribuição dos alimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de todas essas vantagens, a produção animal em <em>sistemas de pastagens</em> traz uma série de grandes desafios aos <em>pecuaristas</em> e aos técnicos que trabalham com ele. Esses desafios estão na necessidade de atender às exigências nutricionais e aos hábitos dos animais em pastejo ao longo de todo o ano, para obter o maior ganho de peso por animal e por área possível. E também para atender às exigências nutricionais e dos hábitos de crescimento das forrageiras, para obter a máxima produção de forragem e manter a perenidade da pastagem.</p>
<p style="text-align: justify;">O baixo valor nutricional da forragem disponível durante a seca propicia, no máximo, a manutenção do peso dos bovinos. Na maioria dos casos, significa perda de peso e prejuízo para o pecuarista. O <em>suplemento múltiplo</em> foi desenvolvido para minimizar o problema. Consumido à base de 200 g/dia, serve como alimento aos microrganismos do rúmen, aumentando sua população, o que vai determinar maior eficiência na digestão da forragem seca. O resultado desse fenômeno é a manutenção do peso do gado e até mesmo ganhos que variam de 0,5g a 1g para cada grama de produto consumido.</p>
<p style="text-align: justify;">O curso “<em>Suplemento Múltiplo &#8211; Como Produzir e Usar</em>”, elaborado pelo <em>CPT – Centro de Produções Técnicas</em>, mostra como evitar a perda de peso do <em>gado</em> e prejuízos ao pecuarista com o uso do suplemento múltiplo. A coordenação técnica e científica do curso ficou a cargo de dois experientes especialistas, reconhecidos em todo o país, professor Adilson de Paula Almeida Aguiar, do Departamento de Zootecnia da FAZU-MG, e a zootecnista Bianca Helena P. J. F. Almeida.</p>
<p><object width="500" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/sZQyCctmUdI?version=3"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/sZQyCctmUdI?version=3" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Curso de produção de ração na fazenda</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 08:10:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marconi Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os equipamentos necessários para a fabricação da ração na propriedade, os tipos e características dos alimentos concentrados que, normalmente, são usados na formulação da ração...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;">Reduzir gastos com a alimentação dos bovinos de leite é a maneira mais eficaz de aumentar o lucro na produção</h2>
<div id="attachment_1846" class="wp-caption alignleft" style="width: 260px"><a href="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2010/04/como-produzir-racao-fazenda.jpg" rel="shadowbox[sbpost-1845];player=img;" title="Como produzir ração na fazenda"><img class="size-medium wp-image-1846" title="Como produzir ração na fazenda" src="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2010/04/como-produzir-racao-fazenda-250x187.jpg" alt="como produzir racao fazenda 250x187 Curso de produção de ração na fazenda" width="250" height="187" /></a><p class="wp-caption-text">Alimentação à base de ração</p></div>
<p style="text-align: justify;">A <em>alimentação bovina</em> é responsável por cerca de 80% dos custos da <em>produção de leite</em>. Portanto, se o produtor quiser aumentar a sua margem de lucro, ele deve concentrar seus esforços em reduzir os custos por meio de um sistema de arraçoamento adequado às condições de sua propriedade.</p>
<p style="text-align: justify;">Como ruminante, a <em>vaca de leite</em> é capaz de transformar forragens e forrageiras em produtos de valor econômico. Entretanto, à medida que se busca maior produtividade por animal, os volumosos, por si só, não são suficientes para manter essa maior produtividade. Nesse caso, a <em>alimentação do gado de leite</em> deve ser acrescida de uma mistura de concentrados, minerais e algumas vitaminas.</p>
<p style="text-align: justify;">A composição desses alimentos pode apresentar variação considerável, dependendo da origem, do processamento industrial e da incorporação de resíduo. Portanto, ressalta-se a importância de, sempre que possível, proceder a análises dos alimentos disponíveis na região, para a <em>formação de rações</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Cálcio e fósforo são os minerais quantitativamente mais importantes no arraçoamento de <em>bovinos de leite</em>. Contudo, não se deve esquecer de satisfazer as exigências dos outros elementos (macro e microminerais).</p>
<p style="text-align: justify;">O curso “<em>Como Produzir Ração na Fazenda</em>”, elaborado pelo <em>CPT – Centro de Produções Técnicas</em>, tem o objetivo de capacitar profissionais na área de alimentação bovina, a fim de reduzir os custos de produção sem a perda de qualidade nutricional. A coordenação técnica deste trabalho ficou a cargo do Dr. Milton Dayrell de Souza, ex-pesquisador da EMBRAPA Gado de Leite &#8211; MG, pós-doutor em nutrição animal, proprietário da Nutriplan &#8211; Produtos Agropecuários.</p>
<p><object width="500" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/QIcSeWPtg3c?version=3"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/QIcSeWPtg3c?version=3" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Como produzir silagem</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 08:00:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marconi Vieira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Pecuária Intensiva]]></category>

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		<description><![CDATA[Escolha da espécie, implantação da lavoura, preparo do solo e plantio convencional, plantio direto, tratos culturais, colheita, ensilagem, escolha do local, confecção do silo, compactação...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1831" class="wp-caption alignleft" style="width: 260px"><a href="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2010/04/producao-silagem.jpg" rel="shadowbox[sbpost-1830];player=img;" title="Curso de produção de silagem"><img class="size-medium wp-image-1831" title="Curso de produção de silagem" src="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2010/04/producao-silagem-250x166.jpg" alt="producao silagem 250x166 Como produzir silagem" width="250" height="166" /></a><p class="wp-caption-text">Carregamento de silagem</p></div>
<p style="text-align: justify;">A <em>ensilagem</em> é um processo de <em>conservação de forragem</em> que tem sido amplamente utilizado com a finalidade de produção de alimento volumoso (<em>silagem</em>) de boa qualidade durante todo o ano, permitindo o aproveitamento do excesso de forragens do período das águas para fornecimento aos animais durante o período seco, quando ocorre uma diminuição quali-quantitativa das forrageiras. Essa estratégia é muito importante, principalmente, para empreendimentos de exploração intensiva com <em>vacas leiteiras</em> ou <em>bovinos em confinamento</em>, nos quais a exigência por volumoso de boa qualidade é maior.</p>
<p style="text-align: justify;">Define-se silagem como sendo o produto resultante da fermentação da planta forrageira na ausência de ar, finamente picada e acondicionada rapidamente em estrutura de armazenagem. Vale ressaltar que a ensilagem não é um método para melhorar o valor nutritivo de <em>plantas forrageiras</em>, mas, sim, um método que visa a preservação dos nutrientes dessas plantas.</p>
<p style="text-align: justify;">Para que haja um mínimo de perdas durante a confecção da silagem, alguns fatores devem ser considerados. O teor de umidade das forrageiras ao serem ensiladas tem grande influência nas reações químicas que ocorrerão durante o armazenamento, afetando, consequentemente, o valor nutritivo. A exclusão do ar é importante porque a respiração da planta consome os carboidratos disponíveis para a fermentação natural de ácido lático. Uma grande quantidade de ar deixada dentro do silo, ou nele penetrando naturalmente, prolongarão a respiração e, em consequência, o conteúdo de carboidratos solúveis será reduzido, aumentando as perdas de nutrientes e diminuindo a quantidade de ácido lático no produto final.</p>
<p style="text-align: justify;">Outros parâmetros importantes são a presença de bactérias produtoras de ácido lático e a quantidade de seus substratos (carboidratos solúveis). Em outras forragens que não <em>milho</em> e <em>sorgo</em>, a quantidade de carboidratos solúveis pode ser um fator limitante na produção de silagens com conteúdo de matéria seca inferior a 30% ou 35%. É sabido que muitas das forrageiras tropicais apresentam baixo teor de carboidratos solúveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Em princípio, qualquer espécie forrageira, anual ou perene, pode ser ensilada. Entretanto, o milho é a espécie forrageira que tem sido mais utilizada na produção de silagens, em função, principalmente, de seu alto conteúdo de energia, além da facilidade de mecanização na ensilagem e da alta produção de matéria seca/ha.</p>
<p style="text-align: justify;">O curso “<em>Produção de Silagem</em>”, elaborado pelo <em>CPT – Centro de Produções Técnicas</em>, apresenta, passo a passo, como produzir silagem de milho, sorgo e outros, de boa qualidade. A coordenação técnica do trabalho ficou a cargo do zootecnista Josvaldo Ataíde Júnior, especialista em conservação de forragens e pastagens pela Universidade Federal de Viçosa &#8211; UFV.</p>
<p><object width="500" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/voi9VAxQ1No?version=3"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/voi9VAxQ1No?version=3" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Como escolher uma forrageira</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Apr 2010 07:55:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marconi Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Principais forrageiras usadas no Brasil, gramíneas, forrageiras de inverno, leguminosas, avaliação e escolha da forrageira, as forrageiras e o clima, as forrageiras e o solo...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<h2 style="text-align: center;">Existem forrageiras especialmente indicadas para cada condição de clima e solo</h2>
<div id="attachment_1825" class="wp-caption alignleft" style="width: 231px"><a href="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2010/04/selecao-forrageiras.jpg" rel="shadowbox[sbpost-1824];player=img;" title="Seleção de forrageiras"><img class="size-medium wp-image-1825" title="Seleção de forrageiras" src="http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/wp-content/uploads/2010/04/selecao-forrageiras-221x250.jpg" alt="selecao forrageiras 221x250 Como escolher uma forrageira" width="221" height="250" /></a><p class="wp-caption-text">Conheça os fatores que devem ser considerados na seleção de uma forrageira</p></div>
<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="text-align: justify;">Plantas forrageiras, ou forragens, podem ser definidas como plantas inteiras ou partes dessas, que servem de alimento aos animais domésticos e silvestres. Assim, essas são as partes comestíveis das plantas, utilizadas como alimento pelos animais em pastejo ou, ainda, colhidas para arraçoamento em condição fresca ou conservada.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas últimas décadas, têm sido formado, anualmente, no Brasil, cerca de quatro milhões de hectares de novas pastagens, bem como são recuperadas cerca de 13 milhões de hectares por problemas de degradação e substituição das forrageiras. Um grande investimento, que nem sempre tem proporcionado o retorno esperado, por uma série de motivos, tais como o uso de técnicas inadequadas na <em>formação do pasto</em>, excesso de carga animal, plantio incorreto da pastagem e o manejo deficiente.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, existe um outro fator de importância para que uma pastagem seja produtiva, a <em>espécie forrageira</em> escolhida deve ser adequada. Existem forrageiras especialmente indicadas para cada condição de clima e solo. Para que o pecuarista, de corte ou leite, possa alcançar maior produtividade, utilizando suas pastagens de forma eficiente, não há dúvida de que devem ser formadas por espécies de forrageiras adaptadas ao ambiente da propriedade, especialmente às condições de solo e de clima, também chamadas de condições edafoclimáticas.</p>
<p style="text-align: justify;">O curso “<em>Seleção de Forrageiras</em>”, elaborado pelo <em>CPT – Centro de Produções Técnicas</em>, tem o objetivo de estudar os fatores que devem ser considerados na seleção de uma forrageira para <em>formação de pastagens</em>. A coordenação técnica deste trabalho ficou a cargo do pesquisador Antonio Vander Pereira, da Embrapa Gado de Leite, destacada instituição de pesquisa agropecuária do país.</p>
<p><object width="500" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/EMBsMMD76xk?version=3"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/EMBsMMD76xk?version=3" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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