Sistema cooperativo e independente de frango de corte

Os lucros obtidos podem ser destinados a novos investimentos pela cooperativa; aplicados no mercado financeiro; mantidos em reserva, ou distribuídos entre os cooperados

Sistema cooperativo

Neste sistema, o criador participa da organização e das decisões, correndo os riscos de um eventual fracasso das operações. A cooperativa muitas vezes produz pintos e rações, consumidos dentro do próprio sistema.

Os insumos são repassados aos cooperados pelo custo de produção. No final da criação os frangos têm, agregadas aos insumos, as demais despesas (aquecimento, mão-de-obra etc.).

As despesas administrativas, técnicas e operacionais também são agregadas ao custo e rateadas entre o total de frangos produzidos por aquele cooperado.

Os lucros obtidos podem ser destinados a novos investimentos pela cooperativa; aplicados no mercado financeiro; mantidos em reserva, ou distribuídos entre os cooperados. Neste último caso, os dividendos são proporcionais às cotas de participação.

Sistema independente

Neste sistema, o produtor é responsável por todo o processo de produção do frango, pois toda e qualquer decisão tem caráter pessoal. Os riscos envolvidos nas operações são de sua inteira responsabilidade.

Este é um sistema administrativamente muito pesado, com o avicultor tendo de pensar e decidir sozinho sobre tudo: como e de quem adquirir os pintos, os alimentos, a qualidade dos produtos, os riscos sanitários, a venda dos frangos.

O sistema de produção independente tende a desaparecer, sendo mais encontrado nas proximidades de cidades pequenas e médias.

No Curso Produção de Frangos de Corte, elaborado pelo CPT - Centro de Produções Técnicas, você encontrará detalhes a respeito de todos os tipo de sistemas de produção. Confira!

Equipe de Redação 25-10-2011 Avicultura

Deixe um Comentário

Comentários

Não há comentários para esta matéria.